Estudo da Associação Brasileira de Anunciantes (ABA) mostra os impactos da pandemia nas estratégias de comunicação das marcas

24 de Julho de 2020

Levantamento foi realizado em parceria com as Associações Nacionais de Anunciantes da América Latina filiadas à World Federation of Advertisers (WFA)

A Associação Brasileira de Anunciantes (ABA) junto às Associações Nacionais de Anunciantes da América Latina filiadas à World Federation of Advertisers (WFA), realizou durante o mês de julho uma pesquisa sobre "A resposta das marcas à pandemia de Covid-19".

O estudo traz informações de 100 empresas distribuídas em países da América Latina, com o objetivo de entender como a pandemia tem impactado as estratégias de comunicação e mídia de diferentes segmentos. "A participação da ABA neste estudo é mais uma iniciativa da Entidade em promover informações e ferramentas relevantes aos nossos associados, com o objetivo de desenvolver o mercado, os aprendizados e o compartilhamento de tendências", destaca a Presidente Executiva da ABA, Sandra Martinelli.

Dentre os destaques, 59% dos respondentes acreditam que a crise acelerou a transformação digital da organização e 41% pensa que este momento é uma oportunidade para repensar tudo em termos de marketing. Além disso, metade deles acham essencial que as marcas não percam a visibilidade em momentos difíceis como esses.

Além disso, 84% das empresas afirmaram já ter lançado campanhas em resposta à pandemia e 51% contam que desenvolveram projetos curtos justamente para o momento. Ao mesmo tempo, 89% informaram que tiveram de adiar campanhas de marketing por conta do coronavírus e 40% delas desenvolveram estratégias de longo prazo e pós-crise.

Em relação aos orçamentos gerais de mídia e marketing para 2020, em comparação com 2019, 33% acredita que sofrerá um impacto de 21 a 40% de queda em suas verbas, 7% não prevê alterações e apenas 2% acha que haverá crescimento de mais de 20%. Com o recorte do segundo semestre, em comparação com o que já havia sido planejado, 50% prevê quedas entre 11 e 40%.

Outra questão levantada pela pesquisa foi a previsão sobre o impacto da crise nas vendas das organizações ainda no restante de 2020. Das empresas, 44% prevê perda sustentada de rotatividade de 0 a 15%; 32% acredita que sofrerá perdas de 16 a 50% no faturamento e 12% acredita no crescimento do faturamento por meio do aumento da demanda (comércio eletrônico, por exemplo).

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