Publicidade
Locomotiva: novo instituto de pesquisa pretende avaliar muito mais do que a renda na relação entre marcas e clientes
01 de Agosto de 2016

Locomotiva: novo instituto de pesquisa pretende avaliar muito mais do que a renda na relação entre marcas e clientes

Publicidade

Levando em consideração que o bolso do consumidor não é mais preponderante na hora de avaliar seu comportamento de compra, o publicitário Renato Meirelles, que deixou a sociedade com João Augusto Palhares Neto no Data Popular, se inspirou para lançar o instituto Locomotiva ao lado de Carlos Alberto Júlio, ex-HSM e Tecnisa.

A transformação, nas suas palavras, começa a se delinear no início dos anos 2000 e com forte relação com o marketing digital. Conceitos aspiracionais não se coadunam com o protagonismo que os consumidores passaram a exercer. “O poder mudou de mãos. Antes as marcas eram impositivas. Nas redes sociais eles formam ideias; não é mais a veiculação de uma informação. A era analógica perdeu espaço. O marketing identitário faz o reconhecimento desse protagonismo”, explica Meirelles. “A pesquisa vende uma fotografia de um momento. O Locomotiva quer vender o filme inteiro”, ele acrescenta.

Publicidade

Estudioso da nova classe média brasileira, Meirelles conta que novos hábitos foram incorporados: 9,5 milhões de pessoas concluiram uma faculdade, cerca de 10 milhões de mulheres ingressaram no mercado de trabalho, 53 milhões têm acesso à internet e 50 milhões de contas bancárias foram abertas.

“Quando se olha só para a renda das pessoas, agrupamos, por exemplo, na classe A, médicos e donos de bar; e na classe C, professores do ensino médio e profissionais da construção civil. Brasileiros com cotidiano, hábitos, escolaridade e estilo de vida completamente diferentes. Em pleno século 21 fica claro que a classificação de renda não explica mais o comportamento de consumo. O acesso de idosos à internet cresceu 940% nos últimos oito anos”, destaca Meirelles. “Sempre me surpreendi com a pouca importância dada às reais demandas do consumidor”, acrescenta Júlio.

De acordo com o Propmark, o instituto já está atuando com as principais marcas de varejo do mercado, mas, por questões constratuais, não podem ser reveladas. “Vamos ter metodologias para mensurar essa transformação”, finaliza.

Publicidade
WhatsApp
Junte-se a nós no WhatsApp para ficar por dentro das últimas novidades! Entre no grupo

Ao entrar neste grupo do WhatsApp, você concorda com os termos e política de privacidade aplicáveis.

    Newsletter


    Publicidade