Em uma entrevista ao The Drum, Bart LaCount, vice-presidente de marketing internacional de bebidas da PepsiCo, aproveitou para compartilhar os benefícios para uma marca que investe em esporte de base. “”Somos grandes apoiadores dos esportes de base porque achamos que é bom para as pessoas, mas também é bom para os negócios”, disse ele.
Só para lembrar a marca tem um torneio anual global de futebol com o seu nome, que é o Gatorade 5v5. Nele, jovens de 14 a 16 anos de diversos países competem com os seus times. O time de cada nação que vencer vai para a final e tem a chance de ver a final da Liga dos Campeões.
“O torneio 5v5 é parte da ambição maior da Gatorade de fazer com que 2,5 milhões de adolescentes permaneçam nos esportes além do ensino médio até 2030. Até agora, 150.000 crianças competiram nos torneios. Este ano, 26.000 em 13 países estarão participando.”
“É um benefício para a sociedade, para nossa marca e nosso negócio. Isso ajuda porque podemos fazer todo esse trabalho e ver o impacto dele, não apenas nas métricas da marca, mas também em como isso pode impulsionar o negócio também”, falou LaCount.
Esporte de base foi a inspiração para a criação do Gatorade
“Há muito foco em propósito nos últimos anos, o que nem sempre está integrado ao DNA das marcas”, disse LaCount. Porém, a Gatorade vê o esporte de base como uma grande parte da sua marca, já que a criação do produto aconteceu para ser usada por jogadores de futebol americano universitários da Flórida.
Para o chefe de marketing, a empresa que “acredita que o esporte é algo poderoso que ensina lições, não apenas no campo, mas também fora dele”. Ele ainda acrescenta que: “Se você pensar em colaboração, liderança, perseverança e comprometimento, essas são todas lições de vida”.
Segundo dados de uma pesquisa feita pela Gatorade, 41% das crianças dizem que por não terem muita confiança acabam não praticando esporte. “Os motivos variam de confiança a instalações e custos, além de haver partes do mundo onde não há espaços seguros, partes do mundo onde o julgamento e o preconceito entram mais em jogo, principalmente com meninas”, disse ele.
Adam Warner, que é o chefe de esportes globais e parcerias na PepsiCo, falou à publicação que a marca prefere parcerias estratégias de longo prazo. “Temos uma mentalidade menor, maior e melhor”, falou ele. Quando se trata de selecionar parceiros, Warner explica: “Fica muito claro muito rapidamente se duas organizações têm uma mentalidade compartilhada; não demora muito para entender se você tem a mesma visão do mundo.”
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