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4 Tendências para seguir no marketing de influência e creator economy
22 de Maio de 2024

4 Tendências para seguir no marketing de influência e creator economy

A internet e os influenciadores transformaram a maneira como as próprias marcas são construídas

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O mundo do marketing de influência e de creator economy continua evoluindo, sendo impulsionado pela junção da tecnologia, cultura e das constantes mudanças no comportamento do consumidor.

A internet e os influenciadores transformaram a maneira como as próprias marcas são construídas. Sendo assim, é fundamental compreender as tendências que moldam o futuro dessas indústrias dinâmicas. Segundo uma pesquisa realizada no início do ano, pela Influencer Marketing Hub, mais de 85% das empresas entrevistadas dedicam um orçamento ao marketing de influência. No entanto, é fundamental estar atento às mudanças nas estratégias. As marcas estão repensando como se envolver com os consumidores, usando influenciadores e creators de maneiras mais confiáveis e aprofundando os relacionamentos, indo além da previsibilidade dos posts patrocinados.

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De olho nesse movimento, Livia Carvalho, Head de Estratégia Digital da Roadagência referência em marketing digital, destaca4 tendências no marketing de influência e creator economy, confira:

1 – Autenticidade: o público está cético em relação à publicidade tradicional e busca conexões reais com as marcas. Por isso, a autenticidade é uma moeda de alto valor. As pessoas sabem que os criadores de conteúdo têm a liberdade de compartilhar opiniões honestas e transparentes, sem a pressão de vender um produto específico. Então, quando um criador fala sobre um produto ou serviço que ele realmente gosta e usa, os seguidores confiam nele, porque sabem que é baseada em experiências reais. Mais uma prova de que o público busca por transparência e veracidade, de acordo com estudo da Mind Miners, 47% dos entrevistados afirma que o que poderia melhorar nas publis dos influenciadores é eles provarem/testarem os produtos durante a publicidade.

2 – Estratégias multicanal: os influenciadores e criadores estão expandindo sua presença em diversas plataformas, aproveitando as características únicas de cada uma para ter mais opções de monetização e alcançar públicos mais amplos e engajados. No último ano, uma variedade de plataformas lançou mais de 10 maneiras distintas para monetização, teste de conteúdo e ampliação de alcance. Os criadores estarão onde podem alcançar melhor seu público e serem monetizados, portanto, nenhuma plataforma está segura.

3 – Conteúdo em áudio: o formato de podcast está crescendo rapidamente, com ouvintes chegando a 500 milhões em 2024, e, consequentemente, podcasts de influenciadores estão se tornando mais populares. Criadores de conteúdo veem o podcast como uma ferramenta que pode ajudá-los a se conectar mais com as pessoas, o que cria uma grande chance para as marcas. Ao fazer parcerias com podcasters, as marcas podem se conectar com um público ativo e dedicado, criando laços fortes com os ouvintes.

4 – Cocriação: as marcas querem compreender melhor e se conectar com suas comunidades. O processo colaborativo com influenciadores e creators não apenas enriquece a identidade da marca, mas também proporciona insights valiosos que podem direcionar tomada de decisões e fortalecer o relacionamento com o público-alvo.

Recentemente, a marca de moda Pacsun lançou o “Pacsun Collective”, grupo de criadores de conteúdo, fotógrafos, estilistas e outros artistas selecionados para “co-criar o futuro da marca”, desde campanhas até peças. A Claire’s, outra marca focada em jovens, lançou também um coletivo criativo semelhante: o The Collab, uma plataforma de influenciadores para a Geração Z e Alfa que, segundo a marca, guiará sua estratégia criativa. Eles planejam consultar o coletivo sobre futuras campanhas, criando vitrines de lojas, eventos e conteúdo para as redes sociais. Já no Brasil, o creator Gabriel Sá ilustrou e dirigiu pelo segundo ano consecutivo a campanha de aniversário do Magalu.

Como observado, muitas marcas estão explorando parcerias genuinamente colaborativas com macro criadores. Em fevereiro, a Beleza na Web, e-commerce de beleza do Grupo Boticário, criou sua própria linha própria de maquiagem em colaboração com a influenciadora Nah Cardoso. O canal, já consolidado na categoria de cabelos, lançou a marca como uma estratégia para se diferenciar da concorrência. A linha já nasceu grande em awareness e força de marca, reforçando a credibilidade e autoridade que parcerias mais profundas com influenciadores trazem. Esse sucesso é resultado de um trabalho em conjunto desenvolvido desde 2022.

“A influência não está mais vinculada ao número de seguidores, mas sim à capacidade de construir e manter uma comunidade engajada,” reforça a especialista. Uma pesquisa da BazaarVoice revelou que 72% dos consumidores não ligam para quantos seguidores um influenciador tem. Além disso, na lista  de motivos para dar unfollow, a “falta de engajamento com os seguidores” está nos principais.

O abandono de velhos conceitos vem aliado à busca por narrativas genuínas e parcerias transparentes. Os influenciadores que mantêm a sua autenticidade enquanto divulgam mensagens das marcas têm maior probabilidade de promover a confiança e o envolvimento com os seus seguidores.

Fonte: Estudo Mind Miners

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