O Seminário foi encerrado com a palestra do Ministro do TSE-Tribunal Superior Eleitoral, o catarinense Admar Gonzaga que deu um depoimento em vídeo, que você assiste logo após os principais pontos abordados por ele:
– Notícias bombásticas, que geram o caos, são balela. Servem apenas para diminuir o espectro eleitoral, reduzir o número de eleitores. Não caiam neste tipo de armadilha.
– É próprio para a democracia que uma pessoa condenada, presa, tenha sua imagem exposta em uma urna eletrônica para que as pessoas votem? Não vai anular a eleição e não vai tomar posse. É um deboche à democracia. A Justiça eleitoral tem encontro marcado.
– É próprio que mulheres sejam convidadas para preencher as chapas? “Vai ser uma laranja de saia.” Isso é fraude que tem que ser denunciado.
– Financiamento público da campanha: o modelo de financiamento de campanha era perverso.
– Propaganda eleitoral antecipada: antes do dia 15 de agosto é punida de forma pecuniária ou até impugnação da candidatura, diploma ou mandato.
– No Brasil, as convenções são para sacramentar o que foi decidido no dia anterior. Filiados só vão lá para bater palma. É a subversão total da democracia.
– Marqueteiros ganham uma fortuna e agora estão no exterior, ou presos. Mas temos no Brasil excelentes profissionais nesta área.
– Outdoor em campanha pode? Não pode nem na campanha e nem na pré-campanha. O que está acontecendo hoje não está de acordo com a lei. Se fazem isso agora, o que eles vão fazer lá quando estiverem no poder? Isto tem que ser denunciado.
– Adesivos com cores do partido antes das eleições. De onde veio este dinheiro? Tem que ser denunciado. Caravanas, com jatinhos, de onde vem este dinheiro? Tem que denunciar.
– Financiamento coletivo: deve ser dirigido ao partido. Possibilidade de anúncio de financiamento coletivo vinculado à certa pré-candidatura, sem que isso constitua propaganda antecipada.
A cobertura do AcontecedoAqui no I Seminário Catarinense de Marketing Político conta com a colaboração do Jornalista Júlio Cancellier.
