A Teads, inventora da publicidade em vídeo nativo e plataforma de monetização global para publishers, divulgou hoje novas conclusões sobre o rastreamento ocular. A partir de um estudo realizado pela empresa, ficou comprovado que anúncios colocados em artigos editoriais premium aumentam a intenção de compra dos consumidores em 10%. O levantamento também mostrou que feeds sociais e websites de compartilhamento de vídeo não têm impacto mensurável nessa questão.
As conclusões da pesquisa mostram que os usuários que leem artigos editoriais premium apresentam uma menor velocidade de rolagem devido a um maior envolvimento. Esses consumidores ficam muito mais engajados e possuem um humor mais atencioso e concentrado, que permite um momento mais eficaz para que os publicitários apresentem suas mensagens de branding.
Os dados apontam que, nos feeds sociais os usuários cobrem um número maior de conteúdos, porém rolam mais rápido pela tela, não se prendendo a nenhum deles. Já em sites premium, essas mesmas pessoas agem diferente, rolando pela página de maneira mais lenta, o que aumenta o tempo de engajamento, pois 23% delas afirmam que são mais propensos a ler conteúdos inseridos em sites editoriais. Assim, anúncios em vídeo incorporados nesses ambientes possuem mais chances de atraírem a atenção do que aqueles em um contexto de feed social.
Nos espaços editoriais, quando a publicidade está inserida no meio de artigos, nove em cada dez usuários acabam parando para visualizar o vídeo, o que faz com que o tempo gasto interagindo com esse conteúdo seja 24% maior do que o despendido com feeds sociais, onde apenas seis em cada dez pessoas acompanha um anúncio em vídeo. O tempo gasto na leitura de conteúdos é o que leva ao aumento no envolvimento. O número de usuários engajados com esse processo em feeds sociais é de 65%, enquanto em sites editoriais chega aos 80%.
Quando o assunto é o que tem menos impacto na interação anúncio/usuário aparece, em primeiro lugar, a exposição forçada a um vídeo publicitário. Pois, nesse contexto, altas taxas de visuabilidade e tempo de permanência não podem mais garantir aumentos no conhecimento do anúncio. Por outro lado, publicidade em vídeo em artigos aumenta o reconhecimento espontâneo da marca em duas vezes em relação a anúncios pré-roll ignoráveis para quem foi exposto por mais de dois segundos. Aliás, ao visualizar anúncios nesse último formato, cerca de 9 em cada 10 entrevistados focam no botão “pular”.
Geração Y
estudo mostrou que a geração Y, primeira inteiramente conectada, reage de maneira distinta a essa exposição. Eles reconhecem melhor vídeos nativos e possuem uma maior capacidade cognitiva para processar conteúdo paralelo em rápida sucessão. Indivíduos dessa Geração são duas vezes mais propensos a reconhecer anúncios de vídeo após sua exposição do que pessoas com mais de 40 anos.
