03/12/08
Investimentos devem alcançar R$ 50 milhões
Movimento de empresas e entidades catarinenses, com apoio do Bradesco, quer garantir a compra de terrenos para construção de unidades habitacionais para vítimas das cheias e dos deslizamentos de terra na região do Vale do Itajaí. Projeto de financiamento pode contar com recursos do Fundo Social e de doações. Você também pode contribuir
O Fundo de Solidariedade de Volta ao Lar foi criado na última quinta-feira, dia 27, e já conta com um grande parceiro. O Bradesco, banco que abriu uma conta para receber doações, já depositou R$ 100 mil por iniciativa de seu presidente, Márcio Cypriano. A conta está vinculada à Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc), uma das entidades responsáveis pela iniciativa.
A empresária Sônia Regina Hess de Souza, presidente da Dudalina, explica que o fundo será destinado a aquisição de terrenos em áreas seguras dentro das diversas cidades atingidas pela catástrofe. Sônia é integrante do Conselho Consultivo Superior de Governo de Santa Catarina (Consult).
???Os terrenos serão comprados e repassados a instituições públicas para a construção das unidades habitacionais???, destaca a empresária. ???Serão escolhidas áreas próximas aos locais atingidos, para que as pessoas relocadas possam ficar perto das comunidades onde viviam. A disponibilização dos terrenos é a primeira etapa. Posteriormente, os imóveis poderão ser erguidos com recursos do Programa de Arrendamento Residencial (PAR), da Caixa Econômica Federal???.
Para que os terrenos possam ser comprados, os empresários enviaram ao governador Luis Henrique da Silveira uma proposta para que 100% da arrecadação do Fundo Social proveniente das empresas da região sejam destinados ao programa.
A SOLIDARIEDADE AGORA DEVE SER EM DINHEIRO
???O Brasil está dando um exemplo gigantesco de solidariedade. As doações em alimentos, roupas, colchões e cobertores representam a solução do problema imediato, que vem sendo resolvido de forma eficaz com a contribuição de todos. Estamos entrando na fase de levantar recursos financeiros para que os desabrigados possam voltar a ter uma casa, pois em muitos locais houve o desaparecimento de ruas inteiras???, destaca a empresária Sônia Hess.
Fonte: Noticenter
