Publicidade
Por que os gigantes não dançam? John Hegarty provoca grandes marcas no Cannes Lions 2025
30 de Junho de 2025

Por que os gigantes não dançam? John Hegarty provoca grandes marcas no Cannes Lions 2025

Tamanho já foi vantagem – hoje, quem vence é quem se adapta com coragem

Publicidade

Na tarde desta segunda-feira (16/6), às 12h45 (horário da França), no Debussy Theatre, Sir John Hegarty – cofundador da BBH e uma das vozes mais respeitadas da publicidade mundial – subiu ao palco com uma provocação direta: “Ser grande já foi uma vantagem competitiva. Hoje, é um peso.”

Tamanho não é mais estratégia: é inércia

Publicidade

Segundo Hegarty, quanto maior a empresa, mais lenta tende a ser. E quanto mais lenta, menor sua capacidade de se adaptar. “Size is no longer a strategy – size is inertia. It breeds bureaucracy.” Em vez de perseguirem escala a qualquer custo, as marcas deveriam buscar agilidade, coragem e clareza filosófica. Para ele, “os gigantes não dançam porque estão ocupados demais processando sua própria complexidade”.

Slide com a provocação: “Size is inertia” | Imagem: Guilherme da Luz

De ferramenta a colaborador: IA entra no jogo

Hegarty também abordou o papel da inteligência artificial. Em vez de enxergá-la como ameaça ou fetiche, sugeriu que a IA seja vista como uma parceira criativa, não como substituta. “Agora todo mundo é um ‘creative director’. A IA muda quem comanda o jogo.” O desafio, segundo ele, está menos na tecnologia e mais em como as empresas vão repensar suas estruturas para que o novo possa florescer.

Sir John Hegarty no palco do Debussy Theatre | Imagem: Guilherme da Luz

Filosofia primeiro, processo depois

No centro da fala, um ponto que se repete em sua trajetória: toda grande marca nasce com uma filosofia clara. O problema é que, muitas vezes, essa essência se perde quando os fundadores saem de cena. Hegarty citou até a Igreja Cristã como exemplo de marca que continuou existindo após a morte de seu “fundador”. O ponto era claro: cultura é o que sustenta, diferencia e dá vida à criatividade.

Foi uma daquelas apresentações curtas e certeiras, que dispensam euforias e deixam no ar reflexões duradouras – especialmente para quem vive os bastidores das grandes estruturas.

Se você trabalha para um gigante, ajude-o a dançar

No encerramento, Hegarty deixou um convite à plateia: repensar o papel de quem lidera. O novo modelo não é mais piramidal, mas invertido – com os líderes dando suporte para que as ideias fluam da base. E uma frase que resume a provocação:

“Não tente ser o maior – seja o mais ousado. E lembre-se: a IA é uma ferramenta colaborativa. Se você trabalha para um gigante, ajude a construir um futuro melhor.”

O que sua empresa pode aprender com isso:

• Ser grande não basta – é preciso ser ágil;

• IA não substitui ninguém – mas amplia quem tem ideias boas;

• Cultura é mais durável que campanhas;

• A filosofia da marca é o ponto de partida – e não pode morrer com o fundador.

Nota do editor

Este conteúdo foi produzido diretamente de Cannes, com base na cobertura presencial do evento. A estrutura e revisão do texto foram otimizadas com apoio da IA (ChatGPT), garantindo agilidade em meio à programação intensa.

Produção estimada

Com IA: 45 minutos – e a liberdade de escrever ouvindo, sem medo de perder a ideia central.

Sem IA: ainda estaria reorganizando frases soltas e tentando lembrar se ele disse “dançar” ou “cair”.

Originalidade editorial: 80%

Uso de IA: 20% (estrutura e revisão)

Publicidade
WhatsApp
Junte-se a nós no WhatsApp para ficar por dentro das últimas novidades! Entre no grupo

Ao entrar neste grupo do WhatsApp, você concorda com os termos e política de privacidade aplicáveis.

    Newsletter


    Publicidade