Na manhã desta segunda-feira, 16, às 11h45 (horário da França), o Debussy Theatre recebeu um dos momentos mais descontraídos – e emblemáticos – do segundo dia de festival.
Com o formato de um talk show leve, a sessão da Disney trouxe Dana Walden, co-chairman da Disney Entertainment, para conduzir a conversa com Sterling K. Brown (This Is Us, Paradise) e Dan Fogelman, roteirista e produtor de longa data.
Histórias que funcionam porque são humanas
O painel teve menos slides e mais histórias de bastidor. Sterling compartilhou experiências pessoais sobre como lida com a atenção do público, o equilíbrio entre visibilidade e privacidade, e a importância de manter a conexão com as pessoas: “No fim do dia, eu sou um ser humano. As pessoas percebem isso — e respeitam.” Ele reforçou que a audiência se conecta com o que é real, e que esse vínculo emocional é o que sustenta histórias que duram.
Storytelling com alma — e sem fórmulas prontas
Dana conduziu a conversa com habilidade, alternando momentos de humor e profundidade. Houve espaço até para uma menção à inteligência artificial: ela compartilhou uma conversa recente com um desenvolvedor sobre como a IA poderia, em tese, criar campanhas criativas em escala. Mas foi direta: “Definitivamente não é o caso com ‘This Is Us’. Tudo ali é sobre a experiência humana, sobre forma e sentimento.”
Disney no festival — e além do palco
Na minha 13ª cobertura do festival, não é surpresa ver a Disney marcar presença com conteúdo de palco e também com ativações visuais ao redor do Palais. De certa forma, esse talk show foi um respiro — menos técnico, mais emocional — reforçando que, mesmo em tempos de disrupção e dados, a emoção ainda move a audiência.
O que sua empresa pode aprender com isso:
- Storytelling de impacto começa com personagens reais e conflitos universais
- A proximidade emocional com o público ainda é uma das ferramentas mais poderosas
- Nem tudo precisa ser tecnológico: a forma importa tanto quanto a inovação
- Em alguns casos, ouvir é mais relevante do que impressionar
Nota do editor: este conteúdo foi produzido diretamente de Cannes, com base na cobertura presencial do evento. A estrutura e revisão do texto foram otimizadas com apoio da IA (ChatGPT), garantindo agilidade em meio à programação intensa.
Produção estimada:
Com IA: 30 minutos — entre um quote e outro, anotado discretamente no Debussy.
Sem IA: eu provavelmente ainda estaria na Sala de Imprensa tentando decifrar minhas próprias anotações.
Originalidade editorial: 65%
Uso de IA: 35% (estrutura e extensão narrativa).

Na foto: Dana, Sterling e Dan no palco do Debussy | Crédito: Guilherme da Luz
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