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Fenapro apresenta em Florianópolis pesquisa sobre o perfil das agências de publicidade no país
15 de Junho de 2016

Fenapro apresenta em Florianópolis pesquisa sobre o perfil das agências de publicidade no país

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O perfil e o futuro das agências de propaganda em Santa Catarina e no país estiveram em pauta nessa terça-feira (14) na sede do Grupo RIC, em Florianópolis. O superintendente da Fenapro (Federação Nacional as Agências de Propaganda), Alexis Pagliarini, apresentou às agências locais, em parceria com o Sinapro – SC (Sindicato das Agências de Propaganda). Duas pesquisas que traçam o perfil do mercado e as perspectivas para o futuro do negócio: a 1ª Pesquisa Nacional de Perfil das Agências de Propaganda e o Design Thinking Propaganda, com dados de 2015.

Diante de um cenário de turbulência econômica e mercado por constantes inovações, uma propaganda assertiva e eficaz é cada vez mais urgente.

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A conclusão principal destas duas pesquisas encomendas pela Fenapro e pelos Sinapros é que as agências de propaganda estão dinamizando seu modelo de atuação com novos serviços, o reposicionamento de estratégias e do formato de remuneração, visando reconquistar sua percepção de relevância junto aos clientes e crescer em novas frentes de negócios.

“Nossa percepção do mercado varia muito, inclusive enxergar isso em âmbito nacional, então com essas pesquisas temos uma visão mais clara e podemos mapear a situação atual das agências”, explica Pagliarini.

Um aspecto interessante, segundo Pagliarini, é que as agências mais tradicionais estão conseguindo entrar no mundo digital com mais assertividade.

“Existe ainda uma dificuldade das agências em absorver todas as novas tecnologias, mas a pesquisa mostra que as agências já estão incorporando o digital de maneira satisfatória”, explicou.

Mas as mídias tradicionais continuam sendo os principais meios de veiculação de publicidade. Em primeiro lugar está a televisão, com 95%, seguida pelo rádio, com 79%, o jornal impresso, com 71% e a internet, com 66%.

“Internet é muito importante, não há dúvidas, mas o mix de meios vai continuar contemplando os chamados meios tradicionais”, afirmou Pagliarini.

Outro fator de destaque, segundo ele, é a força do varejo, que é o principal cliente das agências em todo o país, seguido dos serviços privados, indústrias, governos e empresas estatais.

Fonte: Notícias do Dia

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