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Quais os impactos das histórias contadas pelas marcas nos consumidores?
31 de Maio de 2022

Quais os impactos das histórias contadas pelas marcas nos consumidores?

Confira a pesquisa realizada pela agência LUKSO

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O que as pessoas fazem quando estão navegando por seu feed e se deparam com um post patrocinado por uma marca?

Bem, depende. Mas se ele for um vídeo curto que apresenta uma história real e inspiradora de um consumidor a partir de um roteiro bem amarrado, há grandes chances de a marca ganhar um seguidor, ou até mesmo um cliente.

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Isto é o que indica a pesquisa “Pra onde vai esse tal de storytelling?”, idealizada pela agência de conteúdo especializada em storytelling LUKSO, e que visa entender quais os impactos das histórias contadas pelas marcas nos consumidores.

Insights valiosos

Realizada a partir de entrevistas com 500 pessoas, com idades entre 18 e 45 anos, a pesquisa traz insights valiosos para quem produz ou se interessa em produzir campanhas de storytelling nas redes sociais. “Nossa motivação foi compreender o que realmente funciona nas narrativas de marca sob a ótica do nosso público-alvo: os próprios consumidores”, aponta Gustavo Teitelbaum, sócio da LUKSO.

Entre os dados levantados pela pesquisa, chama a atenção o que indica que, para 97,6% das pessoas, as histórias reais são mais interessantes do que as fictícias, um sinal da importância da autenticidade em tempos de pós-verdade e fotos montadas exclusivamente para o feed. Além disso, para 77% dos entrevistados, o consumidor é quem melhor pode contar uma história de marca. Funcionários e diretores da própria empresa vêm em seguida. Em último, com 16,8%, estão os influenciadores. “Hoje preferimos histórias e experiências que tragam a gente para perto, em que possamos nos enxergar dentro daquele contexto ou o mais próximo dele”, aponta um dos entrevistados, de 23 anos.

 

Entre os formatos preferidos para campanhas de narrativas de marca, 79,4% indicam os vídeos curtos, o que mostra que o grande desafio atual é adaptar as histórias para esse universo super dinâmico. A pesquisa mostra também que não existe uma fórmula para viralizar, mas 63,4% das pessoas afirmam que um roteiro bem amarrado ainda é a melhor ferramenta para um conteúdo desse tipo ter sucesso. O levantamento sinaliza que a mídia paga é a principal forma das histórias de marca chegarem nas pessoas, pois 77,6% dos consultados disseram que as consomem nos anúncios em redes sociais.

 

Mas não basta contar uma história, é preciso gerar uma reação. Para 43,8% dos consumidores consultados, a inspiração ainda é o grande motor das narrativas. As narrativas emocionantes (19,8%), informativas (13%), surpreendentes (12,2%) e divertidas (11,2%) também foram mencionadas. “Preciso me sentir envolvida. Uma boa fala e dinâmica de apresentação são essenciais. A criatividade me cativa”, opina uma entrevistada de 32 anos.

 

 

Boa história de marca

O levantamento mostra ainda quais ações o storytelling pode desencadear no público. Ao se deparar com uma boa história de marca, 66,4% dos entrevistados começam a segui-la nas redes sociais, 63% compartilham esse conteúdo e 51,2% consideram adquirir um de seus produtos.

“A transformação digital e a pandemia nos colocaram em um ambiente extremamente complexo, onde a disputa pela atenção é cada vez maior. No entanto, se tem uma coisa que nunca muda é a força de uma boa história. Por mais que todos os anos sejam lançados reports colocando o storytelling como tendência, a pesquisa reforça o que sempre acreditamos: storytelling é essência”, conclui Marcelo Douek, CEO da LUKSO.

Foto do topo:Unsplash

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