Foto de Quino Al no Unsplash
No embalo das novas tecnologias e da migração para o online de muitos serviços e produtos, principalmente nesse cenário de pandemia que assola o mundo inteiro, a produtora de eventos de Santa Catarina, Ivanna Tolotti, inova mais uma vez. Agora, a equipe está focada em seu mais novo projeto: uma agência de marketing digital para o setor da música, cultura e arte.
Nesses, pelo menos, cinco meses de isolamento social, devido à pandemia, muitos desafios se fizeram presentes no setor do cultura, eventos e entretenimento. Artistas, músicos, produtores e muitos outros profissionais desse setor se viram numa situação de apuros com as restrições impostas pelo avanço do coronavírus. A cadeia produtiva de eventos, foi uma das mais afetadas e os profissionais têm que se virar como podem.
Depois de participar de workshops, palestras e realizar grandes eventos para melhorar a carreira artística de muitos empreendedores da música e da cultura, a produtora decidiu ousar e entrar de cabeça num projeto antigo e seguir as tendências do marketing digital e do desenvolvimento da economia criativa no Brasil.
A ideia é oferecer soluções de marketing digital, roteiros, filmagem e edição de infoprodutos, tráfego, cursos, design, assessoria de imprensa, estúdio para lives e estúdio musical, consultoria para artistas, músicos, designers, arquitetos, gamers, produtores de moda e outros empreendedores do setor da economia criativa. E o mais importante, movimentar esse setor de forma efetiva em Santa Catarina e no Brasil.
Florianópolis é conhecida como o Vale do Silício brasileiro. Em 2019 a receita gerada pelo setor de tecnologia era quatro vezes maior que a do turismo. Já o setor de eventos movimentou cerca de R$42 milhões no mesmo ano. São dados expressivos e que, se juntos, podem ser trabalhados para superar a crise no setor da economia criativa.
Ivanna Tolotti está agrupando seus conhecimentos, adquiridos em mais de 20 anos de produções de shows, em um projeto inédito que tem como propósito alavancar o setor.
Além da música, cultura e arte, a ideia é apoiar segmentos de dança, teatro, arquitetura, moda, games, cinema e comunicação.
