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Confira algumas tendências do marketing de incentivo dentro do metaverso
05 de Agosto de 2022

Confira algumas tendências do marketing de incentivo dentro do metaverso

Premiações em criptomoeda, treinamento com avatares em 3D e Inteligência Artificial para análise do PDV são algumas delas

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Empresas de diversos setores já estão montando estratégias de atuação no metaverso, um ambiente virtual compartilhado e hiper-realista, onde as pessoas podem usar avatares customizados em 3D para conviver entre elas, com acesso por meio de óculos especiais e outros equipamentos.

Com a efervescência e a curiosidade geradas pelo tema, a tendência é que campanhas de marketing de incentivo também cruzem a fronteira entre o real e o virtual para engajar, capacitar e valorizar os colaboradores e times de venda das grandes companhias.

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Os próximos passos estão voltados para o metaverso, com o objetivo de mesclar as experiências do mundo físico com o digital de forma mais imersiva e transformadora. Marina Morato, diretora de Operações da agência Digi, uma das mais relevantes na área de marketing de incentivo e relacionamento, aponta 5 tendências para o futuro próximo das campanhas de incentivo no ambiente virtual compartilhado.

1- Premiação em criptomoeda – No universo digital, as premiações pelas metas conquistadas também serão outras. Muito em breve teremos criptomoedas sendo utilizadas em campanhas de incentivo, onde as premiações corporativas serão oferecidas em bitcoins ou outros ativos digitais, como NFTs, por exemplo.

2- Experiência do consumidor – Com a migração do CRM (gerenciamento de relacionamento com o cliente) para o CXM (gerenciamento da experiência do usuário), o objetivo das grandes empresas é projetar e reagir às interações do cliente para atender ou exceder suas expectativas, levando a uma maior satisfação, lealdade e defesa do advocacy – quando o cliente advoga a favor da marca. Experiência é maior que relacionamento. E o metaverso é o ambiente ideal para gerar novas possibilidades de experiência dos clientes com as marcas, para que esses retornem a adquirir produtos e serviços oferecidos, fidelizando os consumidores. Essa mesma experiência poderá ser projetada para os times de vendas e merchandising, mudando a relação deles com a indústria.

3- Avatar em 3D – Em uma campanha de incentivo ou relacionamento para times de venda de empresas de alimentos ou bebidas, por exemplo, o participante poderá ter seu avatar em 3D, escolhendo as características que gostaria de ter ou mesmo personagens de animes, desenhos, animais. A interação entre as equipes também é potencializada e facilitada no ambiente virtual compartilhado, expandindo ambientes e situações do dia a dia, que serão vividas no mundo virtual.

4- PDV virtual – O treinamento dos colaboradores poderá ser desenvolvido em ambiente virtual, que replica exatamente o ponto de venda real, gerando agilidade, economia e inúmeras possibilidades de formatos.

5- Inteligência Artificial no PDV – A Digi desenvolveu uma ferramenta que utiliza a tecnologia de redes neurais para efetuar a leitura de milhares de imagens do PDV e gerar indicadores de acordo com os objetivos definidos pelas empresas de alimentos e bebidas, ou de outros setores, que podem estar relacionados a estoque, share, planograma, sortimento e preço. O resultado é devolvido para as equipes de vendas e merchandising da indústria conseguirem acompanhar resultados e performance em tempo real. São leituras digitais que analisam variáveis como a exposição dos produtos, ruptura, invasão nas gôndolas, monitoramento da concorrência, sortimento e mix, entre outras, que além da agilidade e eficiência, praticamente zeram as fraudes. A nova tecnologia já está sendo usada por grandes empresas do setor de alimentos e bebidas no Brasil. Em um futuro próximo, a tecnologia poderá ser incorporada ao metaverso, em um PDV virtual.

“Leituras de milhares de fotografias enviadas pelas equipes de merchandising até hoje são interpretadas por recursos humanos, ou seja, pessoas, que passam o dia analisando e classificando o material recebido. Um trabalho gigantesco e demorado, principalmente, para uma grande companhia que possui muitos produtos com distribuição nacional e diversos canais. Fica caro, passível de erro e gera pouco engajamento nas campanhas de incentivo para os times de vendas e merchandising, pois o retorno da avaliação demora e nem sempre os resultados atingidos são os esperados. Esse fluxo restringe os planos de ação e revisões de rota durante o processo. A nova tecnologia vem para revermos toda a forma de atuar com programas e campanhas.”, analisa Marina Morato, diretora de Operações da Digi.

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