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Sob as Asas da Inovação: A Brilhante Trajetória de Maurílio Albanese, Diretor da EMBRAER
19 de Março de 2024

Sob as Asas da Inovação: A Brilhante Trajetória de Maurílio Albanese, Diretor da EMBRAER

Desde 2020, Maurílio é Diretor de Pesquisa e Tecnologia da empresa.

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Por Prof Jonny 19 de Março de 2024 | Atualizado 20 de Março de 2024

 

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Maurílio Albanese Novaes Jr é formado em Engenharia Elétrica pela UFMG, com mestrado em Engenharia Aeronáutica pelo ITA, e especialização no Programa de Liderança pela Fundação Dom Cabral. Tendo mais de 20 anos na EMBRAER, ele atuou em diferentes setores da empresa, incluindo Inteligência de Mercado, Projetos Avançados e Engenharia de Vendas na Ásia, nesta função, por dois anos em Singapura. Desde 2020, Maurílio é Diretor de Pesquisa e Tecnologia da empresa. Nesta entrevista, ele compartilha sua experiência de engenheiro e alto executivo num raro equilíbrio entre aspectos técnicos e questões comportamentais valiosas a toda organização.

 

Grato por sua valiosa contribuição para nossa coluna de carreira. Sua jornada profissional inicia com uma passagem pela CEMIG na área de Planejamento Estratégico. Como essa experiência em uma empresa fora do setor aeroespacial influenciou sua abordagem para a liderança e o planejamento estratégico em sua carreira posterior na Embraer?

A passagem pela Cemig representa a minha primeira experiência profissional, mesmo que seja como estágio. De fato, me representa assim, pois foi muito importante para mim. Sempre persegui uma visão mais ampla, menos específica, e me atraiu muito trabalhar na área de planejamento estratégico da empresa. Gostei dessa visão mais estratégica e sistêmica. Tínhamos algumas ênfases na formação, e eu optei pela formação em telecomunicações, eletrônica de potência, mas fiz estágio na área de sistemas elétricos. Foi muito rico para mim. Sempre busquei menos profundidade absoluta nos assuntos, tendo conhecimento técnico, mas essa visão mais ampla, uma visão até mais gerencial. Foi na Cemig que tive contato com os primeiros profissionais que aprendi a admirar, e essa visão de futuro, como será a demanda daqui a 10 ou 15 anos para o sistema elétrico, a simulação de cenários onde uma empresa como a Fiat crescendo, outras empresas mineiras também. Teríamos que nos preparar antecipadamente para um cenário de crescimento por demanda. Então, como atenderíamos e quais as subestações estariam envolvidas em cada um dos desenvolvimentos, simulando se uma subestação tivesse um problema, como se dava toda a visão do sistema elétrico para atender essas demandas em caso de perda de uma grande subestação. Então, simulava perda, simulava demandas e simulava novos fornecimentos de energia elétrica. Era muito rico essa visão estratégica e olhar para o futuro, não apenas resolver um problema ali, diário de atendimento às pessoas, mas essa era uma área dedicada para o futuro, um olhar para o futuro. Isso eu vejo que foi extremamente importante para mim, para minha formação, porque ao longo da minha carreira, trabalhei com cenários futuros, tanto na Embraer, na área de inteligência de mercado, entendendo as necessidades dos clientes e seus desejos para o futuro, como na área do anteprojeto, onde projetávamos, concebíamos e imaginávamos novas aeronaves para o futuro, que entrarão em serviço daqui a 8 anos. Essa visão de futuro é muito importante. Hoje estou na área de desenvolvimento tecnológico, então a visão mais uma vez de grande futuro. Estamos estudando o hidrogênio como uma aviação sustentável, estudando propulsão elétrica, propulsão híbrido-elétrica, o hidrogênio alimentando células combustível para tocar motores elétricos ou queima direta na câmara de combustão do combustível hidrogênio. São coisas do futuro, uma integração aeropropulsiva mais eficiente, materiais mais leves, materiais com multifunções, materiais que possam economizar energia para aeronaves, então fazer uma proteção contra gelo baseado em nanotubo de carbono. É o futuro de necessidade e oportunidades. Então a CEMIG me ajudou muito para ter essa visão de cenários, imaginar o que será importante. Imaginar não é um exercício sozinho, um exercício hipotético, e sim uma consulta com outras empresas, com clientes, entendendo qual é a visão de demanda futura. Aprendi bastante, além obviamente de todo relacionamento interpessoal. Como é importante trabalhar em equipe, você não faz nada sozinho. Você é parte de um time, contribui com suas competências, aprende competências dos outros e forma um time para chegar no objetivo. Muito rica a minha experiência na Cemig, tenho carinho também muito grande por essa época e pelos profissionais que certamente influenciaram e participaram comigo, aqui dentro de mim, da minha trajetória.

 

Sua trajetória na Embraer inclui cargos como Senior Manager em Tecnologia da Informação e Tecnologia Aeroespacial, além de Manager em Engenharia de Mercado e Vendas na Ásia. Como essas experiências em diferentes setores da empresa e regiões influenciaram sua visão estratégica e seu estilo de liderança?

Hoje, ocupo o cargo de diretor do desenvolvimento tecnológico, passei por várias áreas na organização. Cito quatro delas que posso dizer que são experiências diferentes, estando numa mesma empresa, e experiências bastante complementares. Comecei antes mesmo de trabalhar oficialmente na empresa, através do programa de especialização em engenharia (PEE), uma parceria do ITA com a Embraer. Lá, fui líder do time de 27 pessoas que pensa em uma nova aeronave para o futuro. Essa experiência me deu uma visão bastante holística e focada no setor aeroespacial e aeronáutico. Como líder, tive que fazer a parte de inteligência de mercado, entender e questionar os requisitos internos, os impactos de requisitos de aeronaves, entender o mercado, o potencial de preço de venda, custos, demanda, número de aeronaves que poderiam ser vendidas e diferenciais competitivos. Isso me atraiu muito para trabalhar no time de inteligência de mercado. Trabalhei nesse time por 7 anos, uma experiência muito rica, com bastante contato com a frente de vendas e potenciais clientes em feiras internacionais. Fui em feiras em Dubai, na Europa, na América do Norte, aqui na América do Sul, na Ásia para tentar capturar por parte dos clientes o que teria valor para estes clientes. Isto foi uma experiência única. Depois, trabalhei na área de vendas propriamente dita, baseado em Singapura. Não queria ficar no escritório, então ficava junto com os vendedores, apoiando as vendas, mas estava trabalhando junto aos clientes, participei da definição dos contratos de vendas e demonstrações de voos, entender a perspectiva do cliente foi extraordinário para mim, além de uma experiência cultural muito rica. Sabe como o mindset nosso não é aquele único no mundo. Em seguida, fui para o anteprojeto, uma área que sempre me senti muito atraído por trabalhar, assim como em inteligência de mercado e vendas. Ali, a concepção do produto desde o seu início, entendendo a proposta de valor, entendendo como cada requisito impacta na aeronave. Se você tem um requisito de velocidade, ele impacta em desempenho de pista, que impacta no custo da aeronave, que impacta também no alcance desta aeronave, então estes trade-offs são muito ricos. Isso me trouxe uma visão muito holística na engenharia, não só da perspectiva do mercado e vendas. E, agora, no desenvolvimento tecnológico, tenho muito aprendizado naquilo que é o futuro com horizonte mais longo, um entendimento também de parcerias, junto a ICTs, faculdades, outras empresas, órgãos de fomento, venture capital, junto às autoridades homologadoras e órgãos governamentais, pois tem requisitos que nem as autoridades sabem que vão ser necessários. Muito aprendizado institucional para fora da Embraer. Isso me complementa, e me sinto muito feliz e realizado por estar sempre complementando, me desafiando e aprendendo dia após dia com o time Embraer.

 

Como Diretor de Pesquisa e Tecnologia na Embraer desde agosto de 2020, quais foram suas principais iniciativas para impulsionar a inovação e a pesquisa na empresa? Quais resultados você destacaria até agora?

Estou como responsável pelo desenvolvimento tecnológico desde meados de 2020. A busca pela inovação, impulsionar as pesquisas, fazer toda essa arquitetura, toda essa orquestração do ambiente de inovação, é uma atividade que vem muito antes de eu assumir essa posição. O que procurei fazer foi dar um pouco da minha experiência, contribuir com o desenvolvimento tecnológico. Tenho um viés de produto, com experiência no anteprojeto e no entendimento por parte do cliente daquilo que tem valor para o cliente. As grandes contribuições que acredito que pude dar até o momento são realmente ter essa perspectiva de qual valor estamos criando com o desenvolvimento de um determinado projeto, qual a capacidade, qual a prontidão estamos alcançando com isso. Outra perspectiva muito forte é desde a concepção de um projeto, desde da idealização de fazer um projeto envolver quem são aqueles stakeholders que podem ser receptores, que podem adotar aqueles conhecimentos, aquelas competências, aquelas capacidades para serem aplicadas em produtos ou serviços. A passagem de uma tecnologia para o produto não se dá após o desenvolvimento de uma tecnologia, ela se dá no início, quando você decide que vai estudar tal tecnologia, quais são os aspectos, qual o problema que quero resolver, quais as oportunidades que estou buscando. O desenvolvimento tecnológico é apaixonante, tem muitos temas extremamente relevantes, super interessantes, muito maiores do que somos capazes de estudar, certo? Então, é importante ter uma palavra super importante que é a priorização dos temas, as capacidades que você almeja. Uma grande contribuição foi ter essa concatenação, pensar produtos e serviços, os potenciais aplicações, definir quais capacidades, quais as competências que são necessárias, e através de projetos, desenvolver essas capacidades, ou seja, ter uma proposta de valor, o que quero resolver, qual o problema eu quero endereçar, qual gap tecnológico quero fechar, qual a oportunidade tecnológica que quero explorar, com qual fim, qual objetivo, isto concatenado com as aplicações que almejamos um dia aplicar. Nosso propósito é desenvolver, e transferir as tecnologias, desenvolver tecnologia para depois ela ficar na gaveta não é nosso propósito. Acho que uma grande contribuição foi uma gama de projetos, porque o engenheiro entende é muito importante que tal empresa, o que você tá querendo resolver com aquilo, isso é prioridade. Olhar todo portfólio, ajustar o portfólio para aquilo que precisamos, é uma tarefa que demandou muito esforço e é algo que acredito que sim, consegui contribuir para o time de desenvolvimento tecnológico.

 

Segundo esta nota, recentemente, a EMBRAER assinou um memorando de cooperação com o Centro Aeroespacial Alemão (DLR), na sua citação é mencionado o objetivo de um “futuro da aviação sustentável em parceria com centros de pesquisa globais ”. Quais linhas de ação podem ser citadas sobre esta iniciativa?

A aviação sustentável é um imperativo. O futuro da aviação depende de encontrarmos soluções sustentáveis para o nosso setor, e todos esses players do setor aeroespacial estão cientes e se comprometeram a atuar de maneira coordenada com este objetivo. A aviação sustentável é responsável por apenas dois ou três por cento apenas das emissões de gases de efeito estufa, mas a demanda pela aviação é crescente. Se não fizermos nada, esse percentual vai aumentar. Mesmo sendo um valor proporcionalmente pequeno, entendemos que nossa obrigação com o planeta é cuidarmos para termos uma aviação sustentável. Nessa frente, que é extremamente importante mesmo, existem algumas priorizações nossas aqui, a saber: primeiro, estudo de propulsão elétrica ou híbrido- elétrica, utilizando o hidrogênio verde para uma arquitetura com fuel cell ou queima direta do hidrogênio na câmara de combustão. Outra frente que temos é a utilização do sustainable aviation fuel que tem a grande vantagem que não é para uma próxima aeronave, mas pode ser aplicado à frota hoje já existente. Adicionalmente, temos o objetivo de aumentar a eficiência da integração aeropropulsiva, tanto através da integração com novas arquiteturas de motores como do próprio airframe, uma configuração mais eficiente que consome menos energia para realizar o seu voo, a sua missão. Adicionalmente, também temos estudos bem ricos em projetos de capacidades relacionados à utilização de materiais mais sustentáveis, e que levam em consideração todo ciclo de existência desses materiais, incluindo a sua reciclagem. Essas são frentes que nós, aqui no desenvolvimento tecnológico, estamos explorando. Nada disso é feito sozinho, não se consegue estudar isso tudo e resolver. A parceria se faz necessária com vários institutos que são referências globais no mundo, então não só DLR, mas como várias instituições na Europa, na Ásia, na América do Norte, aqui na América do Sul, no Oriente, são referências para nós e buscamos colaborar. A Embraer é conhecida por essa competência de colaboração, buscando uma relação ganha-ganha. Com toda a competência desses parceiros, tentamos alavancar e também contribuir com o nosso know-how na missão de tornar a aviação mais sustentável para o mundo, porque sabemos que será fundamental sermos capazes de oferecer ao mercado aeronaves sustentáveis.

 

Em nossas conversas, por ocasião de sua vinda a Florianópolis no final do ano passado, se entendi bem, você comentou que na EMBRAER existem no momento mais vagas para mulheres do que para homens. Você poderia explicar um pouco mais sobre este ponto, e quais políticas da empresa contribuiem para a diversidade no ambiente de trabalho?

A inovação está intrinsecamente ligada à diversidade, essa diversidade pode ser uma diversidade de pensamentos, diversidade de gênero, diversidade de raça, diversidade de religião, de preferências. Nós encorajamos bastante essa diversidade. Uma das áreas em que temos focado é uma realidade hoje no Brasil, quando você vai no curso de engenharia mecânica ou engenharia elétrica, o número de estudantes do sexo masculino é maior do que do sexo feminino. Não obstante, temos metas para os caminhos de entrada na Embraer que tenhamos um percentual mínimo de entrada de mulheres, de negros, de minorias. Então buscamos porque acreditamos no potencial dessas pessoas. Acreditamos na equidade, não na igualdade, e acreditamos que essas pessoas têm muito a colaborar fazendo da Embraer mais forte. Recentemente, passamos pelo Dia Internacional da Mulher e temos a certeza de que, com as mulheres, somos mais fortes. Quando olho para trás, na minha turma de 50 engenheiros, como engenheiro eletricista, tínhamos duas meninas e 48 meninos. Existe uma diferença na porta de entrada, na saída da faculdade, mas não obstante, temos trabalhado pelas nossas entradas, seja no PEE, seja no PES, seja a entrada direta, temos metas não só para o corpo dos nossos colaboradores, mas também para as lideranças da nossa organização. Isso não é um capricho, é porque acreditamos que assim somos mais fortes. A diversidade traz muito valor para nossa organização, não só na diversidade de gênero, mas sim todas as outras diversidades que fazem parte do ambiente de trabalho.

 

Como você equilibra a aplicação de seus conhecimentos técnicos em engenharia com as habilidades de liderança e gestão adquiridas ao longo de sua carreira, especialmente em um setor altamente especializado como a aviação?

A Embraer trabalha principalmente com temas técnicos, temas de engenharia, sua grande ênfase é uma área técnica. Mas cada vez mais, se faz necessário trabalhar em equipe. A relevância do trabalho em equipe, onde o ótimo global não está na sua área específica na aeronáutica, nos sistemas, mas sim na junção dessas áreas, na interseção dessas áreas. Um ótimo global não é a soma dos ótimos locais. Claramente, são necessários os soft skills, a capacidade de trabalhar em equipe, de compreender as necessidades das pessoas, de compreender o potencial de cada uma das pessoas, de compreender e respeitar os pontos de desenvolvimento dessas pessoas, de compreender os anseios dessas pessoas. Trabalhar com comunicação assertiva, clara e eficaz, pensando e levando em consideração o que é importante para cada pessoa. Isso é fundamental, porque ninguém é capaz de fazer tudo sozinho, é necessário trabalhar em equipe. Esse trabalho além de ser necessário, é super gostoso, enriquecedor, é a parte melhor do nosso trabalho. Todas essas áreas que eu já passei, como inteligência de mercado, têm amigos fortes, é um prazer fazer amizades, ter essa vida é o melhor de tudo. Singapura, a parte de vendas, tenho grandes amigos lá também, que desenvolvemos ao longo do tempo, sempre conversando, trocando ideias, informações, um ajudando o outro. Estou muito feliz com o time do qual faço parte, o desenvolvimento tecnológico. Quando olho para trás e vejo algumas conquistas, como o primeiro voo do Legacy 500, fico muito feliz com as vendas realizadas, projetos que concedemos na área de anteprojeto, mas quando olho para trás, o mais importante são as amizades que foram criadas, participar desse sonho de fazer parte do time da Embraer é o que fica, o que aquece o coração e nos faz continuar. Para mim, essa é a parte fundamental, o trabalho em equipe e as pessoas. Isso é o que faz a diferença. Certamente temos um time, nem melhor nem pior que nenhum outro time, mas bastante engajado, diferenciado, e que tem como sonho essa história maravilhosa da Embraer.

 

Diante de sua experiência como alto executivo de uma das maiores empresas do país, qual seria sua mensagem final para esta entrevista, visando contribuir com alguém em início ou fase de transição de carreira?

A mensagem final que trago é para que as pessoas saibam que as carreiras de cada um de nós têm uma contribuição para a sociedade como um todo, para o mundo como um todo, e não sejam medíocres. A vida é muito curta para ser uma vida pequena. Acho que devemos pensar grande, sonhar grande, trabalhar arduamente para fazer uma sociedade melhor, com tantas oportunidades de melhorias que temos na sociedade hoje. Acredito que não podemos pensar apenas em cada um de nós. Muitos de nós fomos privilegiados e temos a responsabilidade de contribuir para a sociedade, trazendo bem, agindo corretamente, ética e trazendo riqueza para o Brasil, riqueza para nossa sociedade. Acho fundamental a dedicação, o propósito e o sentimento de pertencer a algo maior, com muita ética e com muito foco naquilo em que acreditamos, estas seriam as minhas sugestões para vocês que estão iniciando as carreiras. Não se esqueçam que, de fato, a vida é muito curta e ela não pode ser pequena. Um grande abraço a todos vocês.

 

Lições de carreira

Conheci Maurílio no Workshop voltado à Tecnologia Aeronáutica em Florianópolis, em novembro, onde ele participou junto com outros dirigentes mundiais do setor sobre demandas e oportunidades no setor. Sua apresentação sobre as competências e habilidades necessárias à inovação no Ecosistema de Aviação foi realmente brilhante, arquivo disponível aqui. Além da clareza e relevância técnica adotadas, percebi uma visão humanista quanto ao propósito da tecnologia. Logo após a palestra, o abordei sobre uma entrevista para nossa coluna. Interagimos nos últimos meses, e o fruto aqui está.

Considero que a jornada de Maurilio A. Novaes Jr. na EMBRAER é um testemunho do poder da inovação e da colaboração. Sua visão de futuro e compromisso com a sustentabilidade são inspiradores para todos os profissionais.

Que sua história nos lembre da importância de pensar grande, sonhar grande e trabalhar arduamente para criar um mundo melhor para todos.

Nos encontramos no próximo artigo!

Abraço, Jonny

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