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Coluna Ozinil Martins | Para que esclarecer se é possível confundir!
05 de Junho de 2024

Coluna Ozinil Martins | Para que esclarecer se é possível confundir!

"No Paraná, a assembleia aprovou lei que autoriza o governo a terceirizar a gestão material das escolas"

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Por Prof. Ozinil Martins de Souza 05 de Junho de 2024 | Atualizado 05 de Junho de 2024

Interessante o papel assumido por grande parte da mídia e dos partidos de esquerda em relação a decisões tomadas nas assembleias dos Estados do Paraná e São Paulo. À esquerda, por não ver atendidos seus pleitos e, a mídia com a intenção de dificultar o entendimento da população.

No Paraná, a assembleia aprovou lei que autoriza o governo a terceirizar a gestão material das escolas, deixando os gestores livres para atender, na totalidade de seu tempo, a parte pedagógica. A mídia, com o intuito de desinformar, já rotulou a medida como terceirização do ensino e, os partidos de esquerda já recorreram ao STF para julgar a medida como inconstitucional.

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Em São Paulo, os partidos que representam à esquerda, recorreram ao STF contra a medida recentemente aprovada da criação das escolas cívico-militares. Importante lembrar que o número de escolas a assumirem este caráter gira entre 50 a 100 escolas de um total de 5 mil. A ressaltar que a adesão será voluntária e a decisão pela opção será dos pais. A alegação primeira dos contestadores é que, estas escolas cívico-militares, formam cidadãos com viés de extrema direita.

Outro ponto a ser considerado, no momento político-ideológico, que vive o país é o que a mídia está chamando de “privatização das praias.” Até ministro de Estado está usando esta adjetivação. O que na verdade aborda o projeto é a retirada da Marinha de seu papel que é, hoje, exercido, permitindo o uso de área de marinha sem a burocracia que existe atualmente. Não se trata de impedir o acesso às praias pelas pessoas comuns. A aprovação deste projeto de lei levará segurança jurídica para milhares de proprietários de imóveis em área de marinha.

Ainda em relação às escolas dói ver os jovens, fanatizados por professores doutrinadores, invadindo as assembleias, praticando o quebra-quebra de tudo que lhes surgia pela frente e mostrando que os anos de doutrinação atingiram seus objetivos.

Impossível não me lembrar de, quando estudante do Colégio Bom Jesus em Curitiba, no ano de 1963, em memorável ato cívico protestávamos contra a implantação de cartilha doutrinadora organizada pelo MEC (este desejo é antigo). Em pleno Centro Cívico, às portas do Palácio Iguaçu, milhares de estudantes disseram não ao projeto em questão. Não houve quebra-quebra, não houve agressões, não houve baderna.

Na época era membro do Grêmio Estudantil Monte Alverne do colégio e como outros Grêmios existentes pela cidade, fomos os organizadores do movimento. Não houve doutrinação, não houve professor nos orientando, não houve partido político dizendo o que fazer.

Talvez no momento em que vivemos, com a queda absurda do nível educacional, com a existência dos doutrinadores e, com a, comprovada, queda de QI dos jovens brasileiros, anestesiados que são pelas mídias, tudo que vimos seja justificado.

Como já dizia Confúcio “A ignorância é a noite da mente!”.

Foto:Unsplash

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