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Coluna Carlo Manfroi | Me dê um problema que eu abro uma startup
24 de Janeiro de 2022

Coluna Carlo Manfroi | Me dê um problema que eu abro uma startup

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Por Carlo Manfroi 24 de Janeiro de 2022 | Atualizado 25 de Janeiro de 2022

O que incomoda você?

Aquilo que está no seu cotidiano e incomoda você pode virar um negócio lucrativo.

As grandes descobertas e aprendizados, como a teoria quântica de Einstein, foram feitas por pessoas inconformadas. Gente curiosa, que não aceitava não compreender o princípio das coisas e que queria saber porque elas não funcionavam em determinadas condições, cenários e temperaturas. Enfim, gente determinada a fazer muitas perguntas e, principalmente, a não descansar enquanto não obtivesse as respostas.

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Atualmente existem metodologias que facilitam a criação de soluções para problemas de todos os tipos. Desde questões individuais para resolver algo dentro de casa até problemas amplos de um condomínio, um bairro ou mesmo uma cidade.

Essas ferramentas metodológicas são amplamente usadas nas startups – empresas jovens capazes de criar uma solução inovadora e altamente escalável -, segundo Felipe Matos, referência no assunto, empreendedor em série desde os 14 anos, e que já ajudou a potencializar mais de 10 mil startups.

Em seu livro 10 mil startups, Matos traz exemplos de cases de sucesso e também aqueles que não deram certo, com os quais muitas vezes aprendemos até mais que os ditos vencedores.

Aliás, startup é uma iniciativa de alto risco e com pouca certeza de que irá triunfar. Mesmo assim, a cada dia centenas de empreendedores se lançam no desafio de criar sua própria startup na corrida pelo ouro da inovação. Investimentos de possíveis futuros acionistas e um negócio único capaz de faturar na casa dos milhões e impactar o mundo positivamente é o que grande parte desses novos empreendedores buscam, em uma disputa acirrada palmo a
palmo.

Há uma analogia já conhecida no mercado que compara que, enquanto na década de 90 cada um queria ter sua banda de rock e explodir seu talento para o mundo (e isso era muito cool!), o equivalente a isso hoje seria ter sua própria startup. Cresce de forma exponencial o número de pessoas que querem lançar aquela ideia única e inovadora que irá revolucionar o mundo. E que, de quebra, vai virar uma empresa unicórnio (aquela com o faturamento que ultrapassa a casa do bilhão).

O que as pessoas de todas as épocas – seja de Einstein, das bandas de rock ou das startups – têm em comum é a inconformidade. Muitos transformaram seu inconformismo em avanços para a humanidade, em belas letras de rock ou em novos negócios de impacto social.

De quebra, ganharam protagonismo, direito à luz do sol da Califórnia e a milhões em faturamento a partir de um novo e revolucionário negócio.

Um dos grandes fatores, decisórios, que diferencia os que alcançam esse resultado dos que apenas tentam chegar lá é: a sua solução resolve um problema real e de forma inovadora?

Por isso, agora mais do que nunca, muita atenção ao problema! Ele é real e sentido por seu público?

Se a resposta for SIM, está aí um bom começo para um futuro negócio. Lembrando: esse é só o começo…

Alguns indignados de sucesso:

. Food to Save, nasceu a partir de inconformados com o desperdício de toneladas de comida que ia fora em bares e restaurantes todos os dias.
. 49 educação, nasceu indignada com a falta de metodologia, didática e incentivo ao empreendedorismo no Brasil.
. Conta Azul, descomplicou a administração financeira para pequenas e médias empresas.

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