Publicidade
7 Perguntas para Gisele Machado, CEO da Halo Comunicação
20 de Dezembro de 2012

7 Perguntas para Gisele Machado, CEO da Halo Comunicação

AcontecendoAqui entrevistou Gisele Machado, CEO da Halo Comunicação, que fala sobre empreendimentos e parcerias, sobre sua empresa e a experiência de carreira Giselesolo, seu foco na região da Palhoça, e sobre seu desafio de na área de assessoria de imprensa.

AcontecendoAqui – Você iniciou um empreendimento em parceria com Paulo Scarduelli e em menos de um ano partiu para operação solo. Fale sobre essa experiência.

Publicidade

Gisele Machado – Entre estar no mercado com o empreendimento e fora dele, preparando o plano de negócio, foi um ano e meio de trabalho juntos. Trabalhar com o Paulo Scarduelli foi uma experiência muito enriquecedora, em todos os sentidos. Mas, apesar de reconhecer suas virtudes, pensamos diferentes em vários aspectos, profissionalmente falando. E, ao ter maturidade para reconhecer tais diferenças, o melhor caminho foi seguir em outra direção, novamente sozinha. A Halo Comunicação não é minha primeira experiência solo. Venho atuando como empresária na área de comunicação há quase 10 anos. Tenho uma forma de trabalho muito peculiar, a qual é norteada por muita organização em todos os sentidos. Sou extremamente pontual e trabalho de forma pautada, o que favorece, e muito, toda a equipe e os clientes, que sempre estão sabendo o rumo do trabalho a ser executado pela agência. A frase que norteia a Halo Comunicação é “organização é sinal de evolução”. Assim cresce a Halo e os clientes que nela estão confiando.

 

AAqui – Assim como no primeiro empreendimento, a Halo também se localiza em Palhoça. Como você enxerga a comunicação na Região?

G. M. –Palhoça ainda não é o centro das atenções, e talvez nunca venha a ser, considerando que temos a Capital do estado bem ao lado. Mas já é vista como um município estratégico pelos veículos de comunicação da Grande Florianópolis, que estão enxergando o crescimento populacional e empresarial da cidade. Esse crescimento vem impulsionando as mídias, inclusive as locais, que estão cada vez mais se profissionalizando. Profissionais de comunicação também estão investindo mais em Palhoça. Os estudantes da Pedra Branca, na Unisul, por exemplo, estão acreditando mais no trabalho das empresas locais, como os veículos de comunicação (jornais impressos e sites de notícias) e as agências. Há um ano era muito difícil conseguir profissionais residentes aqui. Hoje tenho estudantes e profissionais esperando abrir vagas aqui na agência. Acredito que essa confiança tem se estabelecido na mesma medida que grandes clientes têm investido nas agências e veículos de Palhoça.

 

AAqui –Quais as soluções que a agência passa a ofertar e qual o diferencial dela entre tantas agências de renome no mercado de Santa Catarina e, principalmente, na Capital?

G. M. –O cliente que procura uma agência hoje não busca mais somente serviços. A grande maioria das agências, exceto aquelas que se fixam num segmento específico, oferta vários serviços semelhantes. O cliente hoje quer ser cuidado, como se fosse único. Esse é o alvo da parceria entre cliente e agência. Entretanto, ele sabe que ele não é o único cliente numa agência. Do contrário, ele contrataria um profissional para trabalhar exclusivamente em sua empresa. O cliente busca numa agência a experiência de quem irá atendê-lo e o zelo. Ele quer ter certeza que terá um planejamento de comunicação eficiente. Que terá um profissional gabaritado no quesito comunicação. Aquele profissional que tem o “olho do gato”. Aquele que o visitará constantemente. Que observará tudo e que irá conduzi-lo da melhor forma possível. Aquele profissional que “sente”, não só que ouve, fala e escreve. Ao “sentir” é possível pautar assuntos adormecidos na empresa, desenvolver grandes Cases importantes ou ainda buscar uma campanha publicitária que terá sucesso garantido.

Eu amo o que faço. E quem trabalha comigo, ou é atendido por mim, sente isso. A Halo Comunicação é uma agência de comunicação integrada. Isso, aliado ao planejamento, postura e o zelo dedicados a cada cliente, individualmente, fazem da agência ser única no mercado de Santa Catarina. Estar em Palhoça, na Capital, ou em qualquer outra região não seria diferente. Escolhi Palhoça porque sou daqui e acredito muito na cidade. A Halo já nasceu forte pela conduta que exerce no mercado. Atualmente, prestamos serviços de Assessoria de Imprensa (carro-chefe); Endomarketing; Produção de Conteúdo; Projetos Gráficos; Consultoria Estratégica; Marketing; Treinamento de porta-voz; e Eventos. Atendemos aos mais variados segmentos de empresas privadas, órgãos públicos, profissionais liberais, entidades do terceiro setor, entre outros, realizamos projetos especiais, totalmente customizados.

 

AAqui –Você é empresária na área de comunicação há nove anos. Como isso te favorece e reflete no teu trabalho?

G. M. –Procuro me colocar no lugar do cliente para sentir o que ele almeja enquanto empresário e o que sua empresa está precisando. Ao fazer esse exercício, percebo que o Plano de Comunicação é essencial para todos os clientes. Como empresária eu tenho metas trimestrais, semestrais e anuais. Como vou atender um cliente sem saber onde e quando ele quer chegar, crescer e faturar? Ao identificar e apresentar isso ao cliente, ele percebe que sem organização e planejamento não posso garantir uma comunicação eficiente. Identificados esses pontos, passo a observar sua empresa e sempre aponto os possíveis erros e as melhores soluções. A minha experiência como empresária todos esses anos me ensinou várias coisas, pois erramos e acertamos diariamente. Mas posso destacar que o maior aprendizado foi perceber que a decisão final é sempre do cliente. Minha missão enquanto jornalista é apontar a direção que julgo mais correta e justa para o cliente. Já me frustrei por não entender decisões tomadas por clientes, mas hoje percebo que eles, assim como eu, são empresários e tomam muitas decisões, de acordo com a posição do mercado ou ainda diante do foco dos seus negócios.
Hoje respeito cada decisão do cliente. Apontar a direção a ele é tornar seu caminho mais fácil, já que ele passou a entender que a comunicação é um investimento e não mais um custo para sua empresa.

 

AAqui – Quais os desafios que você está enfrentando nesse mercado tão competitivo que é a área de assessoria de imprensa?

G. M. –A área de assessoria de imprensa é uma caixinha de surpresa, como qualquer outra área da comunicação. Dias desses, conversando com uma colunista renomada da imprensa local, ela me disse que ter agência deve ser mais fácil do que ser colunista. Cada situação é única e muito relativa. E tudo muda conforme o estado de espírito de cada um. Hoje encaro tudo de forma mais leve. Já aprendi que trabalhar 13 horas ao dia, em média, é uma escolha.
Do ponto de vista do mercado, acredito que o maior desafio hoje é encontrar mão-de-obra qualificada. Percebo que o “foca” chega muito cru para o trabalho. E treiná-lo dispende um tempo precioso, haja vista que ele precisa seguir as regras da agência, a tal ponto de incorporar a importância que o cliente tem para a nossa empresa, assim como ele enquanto parte de todo esse processo.

 

AAqui – Onde essa nova atuação colide com agências de publicidade, agências digitais e de marketing digital?

G. M. –Não acho que ocorra uma colisão de mercado. Percebo uma migração de foco das agências que antes ofertavam somente trabalhos off para as atuais opções on e off. É um reajuste de trabalho. Uma qualificação para esse mercado emergente, que cresce de forma ascendente, e que tem nos exigido muito devido aos vários públicos e linguagens. A Halo Comunicação concentra num só lugar várias soluções. Isso nos difere entre tantas outas agências. O mercado de comunicação local, em especial as agências de publicidades, trabalha muito unido. Mesmo que isso não seja tão transparente a todos. É fato que grandes agências terceirizam trabalhos, tamanho é seu volume. E o que faz o cliente procurar uma ou outra agência? O atendimento! A agência que tiver o melhor atendimento e conseguir atender seu cliente de forma clara, ágil e objetiva o terá por muito tempo, quiçá para sempre, em sua carteira. O cliente quer que faça. E bem feito. O conquistará quem melhor conseguir atendê-lo. A Halo demanda e absorve trabalhos nesse sentido. E neste processo todos ganham, principalmente, o cliente.

 

AAqui – Você coordenou o surgimento do projeto “Comunicadores Palhoça” há 3 meses. Do que se trata, seus objetivos e quem faz parte?

G. M. – O projeto “Comunicadores Palhoça” surgiu da necessidade de conhecer melhor meus possíveis parceiros locais, seja ele um veículo de comunicação ou uma agência de publicidade, ou até mesmo de comunicação. Quando precisei indicar um trabalho a um parceiro de outra cidade, meses atrás, me perguntei: “Por que não indicar a alguém de Palhoça?” Mas, quem eu conhecia de fato tão bem a ponto de indicar? Não vejo as outras agências como concorrentes simplesmente. As vejo como possíveis parceiras. Sempre penso no cliente. Se eu não puder atendê-lo, em determinado momento, indico-o para um parceiro de minha confiança. Aprendi que ser transparente com o cliente é muito melhor. Sempre vou ganhar com isso, como já ganhei e ainda colherei muitos outros frutos dessa relação.

O projeto “Comunicadores Palhoça” visa a concentração dos comunicadores da cidade, sejam eles profissionais, veículos, agências e outros. Ainda está muito em fase inicial, mas já realizamos dois encontros este ano. Em 2013 o projeto vai tomar corpo e força total, pois será quando decidiremos uma causa a qual iremos defender. Causa essa que ainda está sendo analisada e que deverá ser aprovada pela Comissão que está se formando.

WhatsApp
Junte-se a nós no WhatsApp para ficar por dentro das últimas novidades! Entre no grupo

Ao entrar neste grupo do WhatsApp, você concorda com os termos e política de privacidade aplicáveis.

    Newsletter