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V Congresso: Só trabalhará como profissional de mídia quem for certificado
30 de Maio de 2012

V Congresso: Só trabalhará como profissional de mídia quem for certificado

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Esta foi uma das teses aprovadas pela comissão e a mais polêmica no painel que discutiu "As novas tecnologias e as novas fronteiras da mídia". A certificação de profissionais de mídia já foi realizada com 80 deles e 95% trabalham em agências de propaganda.

Perguntado se essa proposta não é reserva de mercado aos mídias Camossa, da Almap, disse que que não e que será de grande ajuda para empresas que contratam muito, pois as vezes por mais domínio que você tenha do assunto não é tarefa fácil e as agencias estão preferindo estudar a contratação de quem tem o certificado.

 

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Num auditório lotado por profissionais de todo o Brasil e representantes de diversas entidades do trade da comunicação nacional, foram discutidos temas como a de passar a ter um mínimo de funcionários na mídia sobre o total de funcionários da agência de acordo com as receitas delas seguindo os parâmetros do CENP. 
Outro item proposto e aprovado foi a criação de um grupo formado por profissionais de várias entidades para representar o Brasil em várias oportunidades nos mercados internacionais visando o intercâmbio e a internação de técnicas de pesquisa e aferição de eficácia dos meios.
 
Demais teses aprovadas
Estudar a criação de novas pesquisas em convênio com universidades com custos suportados por entidades do trade como ABAP, ABA, veículos e agências;
 
Definir critérios para consultoria independentes de mídia coordenado por um comitê formado pelo Grupo de Mídia da ABA, Grupo de Mídia e CENP, para futura certificação;
 
Recomendação formal de filiação ao CENP de empresas de tecnologia que operam na venda de espaços publicitários;
 
Fernando Chanor, diretor do Bando Itau, questionou a forma como devemos  nos comunicar com esse novo publico que esta mudando em função das mudanças tecnológicas, dizendo que não há mais espaço para o discurso e sim para o diálogo. "As agências estão ampliando as informações para os anunciantes sobre como cobrir melhor os públicos alvos. As métricas novas são muito bem vindas pelos anunciantes e lá no Itau fazemos ensaios dos custos para cobrir cada uma de nossas ações essas informações, pois marca é aquilo que falam da gente quando a gente não está presente".
 
Os veículos têm que se preocupar com as verbas, pois elas são finitas e a competição será cada vez mais de especialização e os profissionais de mídia tem que ser muito qualificados daqui pra frente. As diversas mídias falam com os mesmos públicos e os mídias têm que saber como definir quais serão os meios mais rentáveis e de resultado mais rápido. "O profissional de mídia do futuro precisa ser certificado, pois daqui pra frente ele estará atuando em agências, veículos e anunciantes", ponderou Flávio Resende, diretor da DPZ. 
 
Bem humorado e mostrando bom conhecimento de mídia o apresentador da Rede Globo, Luciano Huck, começou dizendo que avisara no Twitter que iria participar de uma debate com publicitários e que entregaria os pedidos de estágios para eles. Recebeu 9.500 pedidos de estágios. Com "tiradas" do gênero, Huck explicou como usa suas redes sociais para orientar os quadros de seu programa, as ações de merchandising customizados. Respondendo pergunta da plateia sobre como lidar com inovação e criatividade com as equipes da Rede Globo e agências de publicidade, Huck disse que esse é Jm desafio permanente para ele e sua equipe e o que acontecer daqui pra frente é uma transformação grande nos smartphones que poderão oferecer muitas alternativas para mídia. Ele usou o exemplo da ação das "empreguetes" que teve na estreia mais de 700.000 views antes de ir ao ar na novela. "Tem novas ferramentas vindo aí que farão surgir novos formatos de fazer mídia", disse o apresentador.

 

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