Nosso colunista Alisson Barcelos fez com exclusividade uma entrevista com Denis Braguini Bevacqua, diretor de marketing da RD Station, executivo responsável pela organização geral do RD Summit. A publicação foi feita na sua coluna do dia 4 de outubro e, autorizada por ele, publicamos a conversa neste post. Confira:
Depois de tanta espera como foi o lançamento do RD Summit 2022?
Foi um lançamento muito bem sucedido. Havia um receio por ter se passado quase dois anos sem eventos presenciais, período em que muitas coisas mudaram tanto no mercado quanto na expectativa dos participantes. Mas, readaptamos tudo e criamos um projeto realmente inovador.
Qual foi a reação do público e o comportamento do comprador que estava na expectativa do primeiro lote?
Temos o hábito de trabalhar nossa estratégia de vendas de forma consciente para ter a certeza que temos o nosso espaço. Por isso, acredito que a reação foi muito positiva. Sabemos que estamos cobrando um valor de ticket médio superior ao da edição de 2019, mas é apenas uma questão de repasse, já que tudo teve aumento de preço. Tentamos segurar ao máximo os valores e sentimos uma reação positiva do público.
Como está a venda de ingressos para esse ano? Acredita que vai superar o público de 2019?
A venda de ingressos está indo muito bem. É um evento que tem uma audiência consolidada, muitos profissionais acompanham nosso projeto e devemos superar o público de 2019. A demanda e a procura de patrocinadores também foi super positiva.
Quais as expectativas para o tão esperado RD Summit 2022? Alerta de spoiler now!
Nossa proposta é sempre entregar um formato interessante para o público. Assim, toda a agenda do evento foi repensada e os participantes podem esperar conteúdos muito relevantes e dinâmicos. Serão sete palcos oficiais e um palco não-oficial para entregar todo o conteúdo nos três dias de evento.
Como foi para a RD Station esses dois anos de adaptabilidade?
Para a nossa área a adaptação foi muito complexa. Por mais que o RD Summit fosse um evento híbrido desde o início, parar toda a operação presencial foi um grande desafio. Tivemos que olhar para dentro de casa e identificar nossas fortalezas e fraquezas e isso nos permitiu uma adaptação com muito sucesso.
O evento fez falta?
O evento fez muita falta porque ele é um momento de interação com o nosso público. É o grande momento em que o nosso ecossistema se conecta, se encontra com o mercado. Então, o evento fez falta no aspecto humano, no aspecto educacional e na geração de negócios. Agora, estamos voltando para suprir todas as demandas.
O que representa o RD Summit em termos de lucratividade para a empresa?
O foco do RD Summit não é gerar lucro para empresa. Não focamos em vender a nossa solução. A gente entende o evento muito mais relacionado com a questão da educação, com o fomento do ecossistema. A grande riqueza que o projeto traz é o branding.
Qual a importância para o mercado de eventos o RD Summit, na sua opinião?
O RD Summit consegue assumir um papel de vanguarda. Conseguimos trazer o que há de novo no mercado. Temos pilares importantes como gastronomia, artes, cultura, diversidade, inclusão e sustentabilidade. O evento aborda muito pilares que são úteis para os mais diversos projetos. Para o mercado ele é um evento disruptivo e apresenta o que há de melhor e mais inovador para seus participantes.
