Alguns meses depois da Meta – dono do WhatsApp, Facebook e do Instagram – anunciar o corte de gastos e a demissão de 11 mil funcionários, agora é a vez do LinkedIn anunciar o seu encerramento na China.
A empresa adquirida pela Microsoft irá focar apenas em sua operação B2B, em que ajuda empresas chinesas a treinar e contratar funcionários do exterior.
Ryan Rolansky, CEO do LinkedIn explicou, em uma carta aos funcionários, que, “Embora o InCareer tenha experimentado algum sucesso no passado graças a nossa forte equipe chinesa, ele também experimentou uma competição forte e mudanças macroeconômicas desafiadoras”.
Serão mantidas as equipes de talentos, marketing e aprendizado na China, agora como parte da estratégia B2B. A companhia também possui um processo interno em que as pessoas demitidas podem buscar uma nova função ainda dentro do LinkedIn.
Nova estratégia da rede social
O LinkedIn deseja “tornar sua visão uma realidade” através de três passos: reorganizando a forma de trabalhar; tornando-se mais ágil e alinhando suas equipes para o crescimento.
Inteligência Artificial
O LinkedIn também está olhando para a inteligência artificial. No entanto, o CEO da companhia conta que o objetivo é de auxiliar nas “oportunidades econômicas” que essa tecnologia traz.
“A inteligência artificial está começando a acelerar mudanças na economia global e no mercado de trabalho, e o LinkedIn é mais essencial do que nunca para ajudar nossos membros e clientes a navegar nessas mudanças para acessar oportunidades econômicas”, disse Ryan Rolansky.
Concorrência
O LinkedIn está diminuindo sua operação em um grande mercado consumidor. Neste caso, um dos principais motivos é a grande concorrência na China.
Será que a companhia está preparada caso esses concorrentes ganhem força no mercado ocidental?
A rede social corporativa estava presente no país desde 2014 e tinha mais de 50 milhões de usuários. No entanto, algumas mudanças específicas para operar na China podem trazer mais fricção à operação local. Para operar no país, o LinkedIn teve que concordar com restrição de conteúdo, seguindo leis do governo.
Oriundo StartSe
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