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BRF realiza primeira entrega com drone
18 de Maio de 2021

BRF realiza primeira entrega com drone

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Diariamente temos visto diferentes notícias de empresas que têm visto nos drones uma maneira rápida, eficaz e não-poluente de fazer com que materiais, encomendas, objetos, entre outros cheguem aos seus destinos.

Dessa vez, foi a BRF que realizou a primeira entrega utilizando a tecnologia. O teste foi feito m Toleto, no Paraná, onde o drone levou doses de sêmen suíno para inseminação à um produtor integrado.

A iniciativa verificou tempo, praticidade e segurança do transporte. Com rota predefinida, a aeronave decola de forma automatizada e usa softwares de navegação, câmeras e sensores para voar até o destino, onde a carga, refrigerada, é desacoplada e deixada na área de entrega.  A seguir, retorna ao ponto de origem.

Movido por um conjunto de baterias carregáveis por energia elétrica, o drone contribui para a redução de emissão de carbono na atmosfera, facilita a chegada às granjas, muitas delas em localidades de geografia acidentada, diminui tempo e traz ganhos ambientais. O projeto também tem como objetivos a segurança sanitária e a biosseguridade. “Testamos a movimentação de cargas para estudar a viabilidade desse modelo de transporte para a cadeia agropecuária, para que no futuro possam ser realizados voos mais longos, cobrindo áreas maiores, e para aterrissarmos tecnologias que sejam realmente funcionais no campo”, afirma o diretor de Agropecuária da BRF, Guilherme Brandt. 

Digital Agro 4.0

A ação faz parte do projeto Digital Agro 4.0, pela qual a BRF conecta o campo ao digital, e está alinhado com o Plano Visão 2030 da Companhia, de consolidar sua liderança como uma empresa global de alimentos com tecnologia e inovação.

“Foi como ver o futuro chegando”, conta o produtor Ademir Geremias, integrado da BRF há 33 anos e proprietário da granja onde o teste foi feito.

Os drones são projetados para voar com segurança durante o dia, à noite e sob chuva leve. “A aeronave monitora automaticamente seus sistemas para garantir que é seguro voar e está programada para evitar a decolagem ou para tomar ações de contingência automaticamente se um problema for detectado”, explica Samuel Salomão, fundador e chefe de produto da Speedbird Aero, empresa parceira no projeto.

 

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