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Pesquisa aponta os principais interesses digitais do brasileiro na Internet
15 de Janeiro de 2024

Pesquisa aponta os principais interesses digitais do brasileiro na Internet

Você já parou para pensar como a internet conhece tão bem cada usuário?

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Você já parou para pensar como a internet conhece tão bem cada usuário? Os cookies de navegador desempenham um papel crucial nessa relação, coletando informações sobre nossas preferências online.

A Hibou, empresa de pesquisa e monitoramento de mercado e consumo, apresenta resultados inéditos de uma pesquisa realizada em Janeiro/2024), com dados sobre o comportamento dos brasileiros em relação à privacidade no universo digital. O estudo foi feito com mais de 1870 participantes.

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“Vivemos numa era em que nossas vidas são entrelaçadas com a tecnologia. Cada clique, cada busca, deixa uma pegada digital. Nesse contexto, os cookies de navegador moldam a experiência online de cada usuário, permitindo às marcas tomarem decisões mais assertivas para impactar o consumidor”, diz Ligia Mello, sócia da Hibou e coordenadora da pesquisa.

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Ranking dos segmentos mais receptivos pelos brasileiros para publicidade:

As categorias pelas quais o brasileiro mais aceita dividir informações pensando no objetivo desse compartilhamento são:

Personalização do conteúdo:

39% marketplaces

36% roupas e calçados

29% perfume, maquiagem e acessórios

29% supermercados

Monitoramento da visita:

38% marketplaces

36% roupas e calçados

27% perfume, maquiagem e acessórios

Publicidade:

38% roupas e calçados

36% marketplaces

30% perfume, maquiagem e acessórios

“Está claro que a personalização e a publicidade têm espaço significativo em 2024, impulsionando uma conexão ainda mais estreita e assertiva entre marcas e consumidores”, afirma Ligia.

Entretenimento, Saúde e Bichinhos de Estimação – Os queridinhos da web

Quando o assunto é o que o brasileiro mais gosta de ler na internet, os interesses foram bem definidos. Filmes e séries lideram a lista com 65%, seguidos por temas relacionados à vida saudável (54%) e animais de estimação (52%). Notícias em geral (51%) também são prioridade para grande parte da população, mostrando uma variedade de interesses.

Guerra aos anúncios: O bloqueio de publicidades online

Uma navegação mais tranquila e sem interrupções? O incômodo com anúncios online é comum para muitos brasileiros. 32% dos entrevistados admitiram usar ferramentas ou programas para bloqueá-las. “Os resultados também mostraram que 68% preferem não aderir a essa prática, abrindo, assim, espaço para um diálogo mais amplo com as marcas sobre como conciliar entretenimento e publicidade online”, explica Ligia.

Cookies: O que realmente o brasileiro sabe sobre o assunto?

A pesquisa trouxe à tona uma verdadeira caixinha de surpresas sobre a consciência dos brasileiros em relação aos cookies de navegador. Enquanto 56% afirmam saber o que são, 22% têm um conhecimento mais superficial sobre o assunto. Os 22% restantes ainda estão se familiarizando.

A dança das políticas de privacidade: aceitar ou não aceitar?

Quando o assunto é aceitar as políticas de privacidade de Cookies, as respostas são variadas. Enquanto 37% sempre aceitam, 58% o fazem às vezes, e 5% nunca concordam. A leitura dessas políticas também é uma prática diversificada: 7% sempre leem, 38% o fazem ocasionalmente, e 55% admitiram nunca ter essa paciência.

O dilema do compartilhamento de dados: quanto é demais?

A discussão sobre o compartilhamento de informações via Cookies dividiu opiniões. 43% concordam com essa prática, desde que autorizada pelo usuário, enquanto 57% preferem manter certa distância.

Ao falar sobre compartilhar dados com empresas e anunciantes, a pesquisa revelou diferentes atitudes dos brasileiros. A maioria (61%) prefere compartilhar o mínimo possível, escolhendo o que pode ser compartilhado ou não, alegando se sentir vulnerável. Outros 25% optam por manter privacidade absoluta, mesmo que isso torne a busca e impacto por produtos de interesse mais desafiadores. Há também aqueles (8%) que acreditam que compartilhar informações os faz sentir valorizados, enquanto 6% são indiferentes, não se importando em fornecer informações aos sites.

“Estamos diante de um cenário em constante evolução, onde equilibrar entretenimento, privacidade e publicidade é um desafio constante܂Embora muitos se sintam vulneráveis, existe uma considerável parcela da população que está disposta a compartilhar informações se isso resultar em uma experiência mais personalizada e valorizada”, conclui Ligia Mello.

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