por Juliana Bastos e Juliana Faria

– Quanto maior a integração entre a mídia, a criação e o atendimento, mais eficientes serão as campanhas.
– Os profissionais de mídia precisam entender de gente e não apenas de meios.
– De vez em quando, é importante questionar o cliente se ele quer números ou experiências. Os números dependem do valor do GRP. As experiências extrapolam a matemática, elas partem de idéias criativas que envolvem o consumidor com a marca.
– É preciso entender as expectativas do cliente e olhar com cuidado para a marca dele. A chave de uma campanha de sucesso está nesta observação.
– A TV tem suma importância no Brasil, mas existem outras formas de contato com o consumidor que merecem atenção: o conteúdo produzido pelas marcas na Internet e nas redes sociais e as mídias digitais, que precisam fazer parte do investimento de mídia, em até 10%.
– Para entrar nas redes sociais, as marcas precisam estar preparadas para atender de verdade os consumidores. Cabe às marcas tal decisão.
– Antes bastava às marcas oferecerem informação. Hoje, elas precisam oferecer informação, serviços e relevância.
– Cada rede social exerce uma função específica. Este entendimento reflete na decisão das agências na hora de escolher uma rede social para uma campanha ou um cliente. Enquanto o Facebook é uma plataforma de relacionamento, o Twitter virou uma espécie de Serviço de Atendimento ao Consumidor.
Juliana Bastos é Gerente de Mídia da PEB há oito anos. É pós-graduada em Gestão da Comunicação e realiza curso de atualização constantemente.
Juliana Faria é redatora da PEB e fez a entrevista com Juliana Bastos para escrever este artigo.
