O Instituto Mapa está apresentando ao mercado a nova edição do MAPA Mídia TV, pesquisa de consumo de TV realizada desde 2021 nas principais cidades de Santa Catarina. Em sua edição 2026, a pesquisa oferece dados estratégicos para emissoras, agências e anunciantes, acessíveis por meio de dashboards exclusivos.
O Instituto Mapa, tradicional empresa do setor de pesquisas de marketing e dados, renova sua pesquisa MAPA Mídia TV com um lançamento estratégico para o mercado publicitário: o projeto MAPA Mídia TV 2026.
Entregas ao Mercado Publicitário
1. Penetração da mídia TV por faixa horária entre 6h e 23h (segunda a sexta-feira);
2. Penetração média da mídia TV e das emissoras por dia da semana e por perfil de público;
3. Participação média da audiência por emissora (segunda a sexta-feira);
4. Participação média de canais abertos (segunda a sexta-feira);
5. Frequência de audiência dos canais por faixa horária entre 6h e 23h (segunda a sexta-feira);
6. Alcance médio em cada faixa horária, consolidado de segunda a sexta-feira, de canais abertos;
7. Índice geral de maior audiência declarada de canais abertos das 23h às 6h e final de semana;
8. Distribuição do consumo de vídeo por plataforma: streaming, TV aberta, TV por assinatura;
9. Acesso a dashboard exclusivo e específico dos resultados completos da pesquisa.
Audiência
A nova edição da pesquisa chega em um formato reformulado, desenvolvida especificamente para fornecer indicadores precisos de consumo de audiência televisiva nas principais cidades polo de Santa Catarina, e já está disponível para aquisição por veículos de comunicação, agências de publicidade e anunciantes.
Geografia e abrangência do estudo
O MAPA Mídia TV 2026 abrange a Grande Florianópolis, Joinville, Blumenau, Chapecó, Itajaí e Criciúma, somando mais de 11 mil entrevistas distribuídas proporcionalmente.
O projeto se destaca por sua metodologia, utilizando técnica de coleta automatizada por telefone (sistema URA) com ligações distribuídas em treze faixas horárias distintas. O levantamento mede tanto a audiência em flagrante quanto por recall, abrangendo TV aberta, TV por assinatura e streaming.
Segundo José Nazareno, fundador e diretor geral do Instituto Mapa, “as entregas ao mercado incluem dados essenciais como penetração da mídia TV por faixa horária, participação média da audiência por emissora, alcance médio e distribuição do consumo de vídeo por plataforma. Um dos diferenciais desta edição é a entrega dos resultados completos por meio de um dashboard exclusivo e dinâmico, facilitando a consulta e a tomada de decisão pelos contratantes”.
Amostra(s)
CIDADE / REGIÃO Nº DE ENTREVISTADOS MÊS / PERÍODO
Grande Florianópolis 2.800 04/05 a 08/05/26
Joinville 2.400 11/05 a 15/05/26
Blumenau 2.400 18/05 a 22/05/26
Chapecó 1.200 18/05 a 22/05/26
Itajaí 1.200 25/05 a 29/05/26
Criciúma 1.200 25/05 a 29/05/26
Para acessar mais informações sobre o estudo, clique aqui.
Perguntas e Respostas
Para esclarecer uma dúvida comum no mercado publicitário sobre as variações numéricas entre diferentes pesquisas de audiência, conversamos com José Nazareno Vieira, diretor presidente do Instituto Mapa.
É comum vermos pesquisas quantitativas sobre audiência de TV realizadas por institutos distintos apresentarem resultados numéricos diferentes. Por que isso acontece?
Sim. Isso ocorre devido a uma série de fatores internos e externos que diferenciam o trabalho de cada instituto. As pesquisas tendem a apresentar resultados não exatamente iguais e, em alguns aspectos, até não comparáveis entre si. A principal razão é que os métodos quantitativos por amostragem geralmente são diferenciados.
Quais são as principais diferenças técnicas que impactam esses resultados?
Existem várias diferenças fundamentais. Primeiro, os tamanhos das amostras variam, o que consequentemente gera diferentes margens de erro amostral. Além disso, os planos amostrais não são exatamente iguais, pois partem de fontes de dados secundários distintas. A distribuição amostral dos entrevistados geralmente não é similar, e os sistemas de aplicação de aleatoriedade nem sempre são os mesmos.
A forma como os dados são coletados também influencia?
Sem dúvida. Os recursos tecnológicos e as técnicas de coleta de dados são geralmente diferentes. Vemos ferramentas e estratégias diversificadas, como pesquisas presenciais domiciliares ou por ponto de fluxo, entrevistas por telefone ativas ou por sistema URA, e medições de audiência em flagrante ou por declaração (recall). Além disso, os questionários nunca são iguais no conteúdo, na amplitude, na terminologia apropriada à audiência e na sequência das perguntas.
E quanto à fase de análise e entrega dos dados?
Essa fase também apresenta grandes variações. Os planos de processamento dos resultados são distintos em termos de recursos estatísticos e softwares aplicados. Os períodos de coleta de dados dificilmente coincidem, e os relatórios de resultados e entregas são diferenciados. Infelizmente, também observamos a divulgação dos resultados “ao sabor” dos interesses da parte contratante.
Qual seria a conclusão sobre essas variações metodológicas?
Há uma coincidência importante em tudo isso: todos os métodos e técnicas têm restrições e limitações diante do que é idealizado pela ciência de dados e pelo mercado publicitário. O importante é a transparência e o rigor metodológico, princípios que norteiam o Instituto Mapa nestes 35 anos.
Instituto Mapa
Com 35 anos de experiência, o Instituto Mapa é especialista em ciência de dados e pesquisas de mercado, opinião e mídia. A empresa segue o código de ética e práticas científicas da ABEP – Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa.
Contato para aquisição da pesquisa MAPA Mídia TV 2026:
> Site: www.mapa.com.br
> E-mail: [email protected]
> Telefone: +55 (48) 2106-7700

