Em uma entrevista especial ao Marketing Dive, Chris Bellinger, chefe de criação da PepsiCo Foods, falou um pouco como a empresa consegue manter a criação de conteúdo sempre ativa. Uma das campanhas da marca “Groundhog Lay’s”, ação criada para a batata Lay’s, terá um estudo de caso apresentado na Advertising Week New York, semana da publicidade de Nova York. A palestra tem o nome de “Nostalgia dos anos 90, oito sabores e um loop temporal: a criação de Groundhog Lay’s”
“O que aprendemos com ‘Groundhog Lay’s’ foi que uma mecânica simples é fácil de executar de muitas maneiras diferentes”, comentou Chris Bellinger, que se tornou o primeiro diretor de criação da PepsiCo Foods em 2023.
Chefe de criação da PepsiCo Foods fala um pouco sobre a volta do “Crash the Super Bowl”
Uma das perguntas feitas ao Chris Bellinger, chefe de criação da PepsiCo Foods, pelo Marketing Dive foi entender um pouco sobre os motivos que levaram a marca trazer de volta a ação “Crash the Super Bowl”, da Doritos, o concurso que desafia consumidores a criar a campanha para o evento mais esperado, o Super Bowl.
“Quando Doritos se tornou um ícone para muitas pessoas, foi quando colocamos os consumidores no centro de tudo o que fazíamos. Sentimos que agora é a hora de fazer isso de novo e deixar entrar uma nova geração de criadores. A economia do criador mudou completamente. Temos uma geração inteira que cresceu criando conteúdo desde a primeira vez que ganhou um telefone. Agora posso filmar um comercial de 4K ou 8K em um iPhone. Estou muito animado para ver o que os consumidores vão fazer porque alguns dos comerciais são coisas que nunca conseguiríamos em uma primeira rodada de apresentações”.
Além disso, o chefe de criação da PepsiCo Foods foi perguntado se existe alguma estratégia que ele gostaria de trazer de volta. Bellinger respondeu que é “muito a favor de não reinventar a roda”. Ele ainda completou dizendo que “se há uma ótima ideia por aí, não há razão para que você tenha o ego de não se inclinar para ela. Vamos ver se ela pode funcionar novamente, porque provavelmente há uma nova geração inteira que nunca teve a chance de se envolver com ela. Sei que muitas vezes optamos pelo brilhante, novo e original. Na verdade, acho que criar um 2.0 é muito mais difícil do que criar um 1.0”.
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