Publicidade
O marketing da Barbie não foi sucesso em todos os países. Confira.
08 de Agosto de 2023

O marketing da Barbie não foi sucesso em todos os países. Confira.

Pesquisa revela que um pouco mais da metade dos millennials em Cingapura, que é público-alvo do longa, não se interessou pelo filme.

Publicidade
Twitter Whatsapp Facebook

 

Nas últimas semanas o que mais escutamos falar foi sobre o lançamento do filme da Barbie, não é mesmo? Afinal de contas, o marketing da Barbie foi utilizado em diversas frentes, impactando todos os tipos de pessoas.

Publicidade

Em três semanas nas telonas, o filme da Warner Bros. Discovery, já arrecadou mais de US$ 1 bilhão somando as bilheterias do mundo, segundo um comunicado da empresa que foi publicado no site Marketing Interactive. Só nos Estados Unidos e Canadá o número é de US$ 459 milhões.

Claro, que podemos dizer que todas as ativações planejadas de marketing da Barbie foram um sucesso. Porém, de acordo com um estudo da Milieu Insight realizado entre os dias 24 e 26 de julho, em Cingapura, o longa não teve o retorno esperado.

A pesquisa constatou que apenas quatro a cada dez viram o filme ou tiveram interesse em assistir à Barbie. Além disso, o principal público-alvo, que são os millennials, 51% não demonstraram interesse em ir aos cinemas.

 

Será que o marketing da Barbie não foi tão eficaz? Não foram em todos os países que o filme é um sucesso

Marketing da Barbie poderia ter sido diferente em Cingapura

A primeira coisa que devemos analisar é se a boneca já fazia sucesso entre os cingapurianos, concorda? Porque no ocidente, já percebemos que muitos brincavam de Barbie.

“Em todo o mundo, sempre haverá uma boneca da moda dominante – Barbie nos EUA, Sindy no Reino Unido, Steffi Love na Alemanha, Licca-chan no Japão. Mas em Cingapura, temos a maioria, senão todas essas marcas (além de uma nova proliferação de outras bonecas como as bonecas Rainbow High, Bratz, Blythe e OMG), então poucas de nossas meninas cresceram para se tornarem meninas ‘Barbie” ‘, comentou Jian Yang, sócio-gerente e chefe de estratégia da agência Distillery (e um grande fã da boneca) para a publicação.

Outro ponto levantado por Yang é que Cingapura é um país onde as pessoas não têm muito espaço. Então, esta ideia de ‘experiência Dreamhouse’ não funciona, já que as meninas tinham que colecionar figuras e não itens como, por exemplo, uma casa da Barbie, piscina, carro, dentre outros objetos.

A prova disso é que, de acordo com dados da pesquisa da Milieu Insight, só 33% dos cingapurianos responderam que foram ver ao longe por que tem o apego nostálgico à Barbie.

Será que neste caso o marketing da Barbie deveria ser diferente? Para Lars Voedisch, consultor principal e diretor administrativo da PRecious Communications, “para aumentar o interesse e o engajamento, as marcas de Cingapura poderiam ter lançado uma campanha de marketing inovadora com elementos mais inovadores, como experiências de realidade aumentada e uso criativo de mídia social. Toque moderno à tradicional marca Barbie. ”

Foto: Pixabay

Publicidade