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UniSENAI inicia nova turma do MBI em Cidades Inteligentes
09 de Maio de 2025

UniSENAI inicia nova turma do MBI em Cidades Inteligentes

Programa tem 360 horas e inclui imersões em cidades referência

O UniSENAI inicia nesta sexta-feira, 9, uma nova turma do 1º MBI do Brasil voltado a cidades inteligentes.

O termo “cidades inteligentes” se refere a ambientes eficientes que integram tecnologias com o objetivo de promover o sucesso de pessoas e negócios.

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A aula inaugural acontece em Joinville, com a participação dos alunos já inscritos. Ainda há vagas disponíveis para gestores públicos, profissionais do setor privado, empreendedores urbanos e outros interessados em desenvolver projetos aplicáveis às necessidades de seus municípios.

Estrutura do curso
O programa conta com 360 horas/aula e é realizado em parceria com a Câmara de Smart Cities da Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC). Ele está alinhado à Missão 3 da Política Industrial Nova Indústria Brasil (NIB), que propõe melhorias na qualidade de vida nas cidades por meio da integração entre mobilidade sustentável, moradia, infraestrutura e saneamento básico.

Os alunos são organizados em grupos multidisciplinares e autogeridos. Cada grupo desenvolve projetos com foco na implementação direta nas cidades de origem dos participantes.

Formato e imersões
Esta é a segunda edição do MBI, cuja primeira turma foi formada em 2023. Neste ano, o curso será totalmente online, com encontros síncronos semanais e momentos presenciais de imersão.

As imersões acontecerão em locais de referência, como Curitiba, Joinville e Pedra Branca. Nelas, os alunos participarão de visitas técnicas, resolução de desafios reais das cidades e atividades com especialistas, empreendedores e gestores públicos.

Coordenação e curadoria
Jean Vogel, presidente da Câmara de Smart Cities da FIESC e curador do MBI, afirma que o curso responde a uma demanda urgente dos municípios. “A atração de talentos é um dos principais desafios das cidades, uma vez que o desenvolvimento das empresas está cada vez mais associado a sua capacidade de inovar”, diz. “Um território inteligente vai além da tecnologia. É aquele que investe em qualidade de vida, mobilidade, bem-estar e cultura. As cidades que entenderam isso estão liderando o jogo da inovação. Foi para ajudar Santa Catarina a acelerar este movimento que criamos o MBI”, afirma.

O professor Eduardo Moreira da Costa, também curador do programa e coordenador do grupo de pesquisa LabCHIS, destaca que a transformação urbana é um processo contínuo. “O problema não é só do governo; é também das pessoas que vivem as cidades. Aquelas cidades que se tornarem mais humanas, inteligentes e sustentáveis vão atrair capital humano. As demais correm o risco de estagnar ou perder relevância.”

Impacto para a indústria
Fabrízio Pereira, diretor de educação, saúde e tecnologia da FIESC, ressalta a importância do MBI para o fortalecimento da indústria e dos ecossistemas regionais.

“Uma indústria inserida em um território que aplica os conceitos smart ganha um diferencial competitivo imediato, especialmente na atração de talentos e na conexão com o ecossistema de inovação e tecnologia. Com a segunda turma do MBI, reiteramos nosso compromisso com o desenvolvimento das cidades e da economia catarinense”, ressaltou Pereira.

Oriundo Fiesc

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