Atuante na indústria de papéis e embalagens sustentáveis do Brasil, a Irani registrou um aumento de 28% no balanço positivo para o clima entre emissões e remoções dos Gases de Efeito Estufa (GEE) em 2024.
O avanço, que é significativo, atinge a meta estabelecida para o ODS 13 – Ação contra a Mudança Global do Clima, um dos seis compromissos públicos da empresa atrelados às práticas de gestão dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas (ONU).
“Em 2024, reduzimos nossas emissões de GEE em mais de 12% em relação a 2023 e tivemos aumento em mais de 15% das remoções, fruto da manutenção dos estoques e níveis de remoção anual das florestas plantadas e nativas de Santa Catarina e plantadas do Rio Grande do Sul, e o desenvolvimento de metodologia para quantificação dos estoques das florestas nativas gaúchas, destaca o diretor de Pessoas, Estratégia e Gestão, Fabiano Alves de Oliveira.
As emissões nos processos produtivos totalizaram 40.217 tCO2, enquanto as florestas plantadas e conservadas nos dois estados removeram 107.632 tCO2e, gerando um balanço positivo para o clima de 67.415 tCO2e. Conforme o executivo, a Irani é uma empresa carbono positivo por natureza, já que captura mais gases de efeito estufa do que emite. “A companhia tem reduzido as emissões industriais nos últimos anos e as mudanças climáticas impõem desafios e oportunidades relevantes ao setor de papel e celulose, que dependem da gestão de florestas, do uso de recursos hídricos, do uso do solo e de atividades industriais”, ressalta.
Tal resultado resultou em um aumento do balanço entre emissões e remoções de 28% desde o ano-base 2021 e atingiu em 100% o compromisso em aumentar em 20% o balanço positivo até 2030. “Ações como o nosso plano de descarbornização nos guiam para alcançar este objetivo e para o futuro na busca por iniciativas e projetos que impactam diretamente na redução de gases de efeito estufa (GEE), e vamos seguir monitorando estas ações para manter o nosso compromisso”, salienta o executivo.
A Irani foi a 1ª empresa brasileira a certificar um Inventário de Gases de Efeito Estufa (GEE) de acordo com a ISO14064:2006 e pioneira no mercado mundial de carbono, com dois projetos registrados na ONU desde 2006.

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