A Gerdau, fabricante brasileira de aço, recebeu, pelo 3º ano seguido, o Selo Ouro do Programa Brasileiro GHG Protocol, reconhecimento da Fundação Getulio Vargas (FGV) destinado a organizações que atingem o mais alto padrão de qualificação e transparência na elaboração do inventário de emissões de gases de efeito estufa (GEE). O resultado, referente ao ciclo 2025 do programa, foi divulgado nesta terça-feira (05).
Com prestígio nacional e internacional, a certificação comprova a precisão dos dados de emissões de GEE da companhia nos escopos 1, 2 e 3. A participação no programa é voluntária e realizada por meio do Registro Público de Emissões (RPE).
“Seguimos evoluindo nossa jornada de aprendizado e implementação de práticas e iniciativas voltadas para a redução das emissões de gases de efeito estufa. Para a Gerdau, conquistar o Selo Ouro por mais um ano reforça o nosso compromisso com a gestão e transparência na divulgação das emissões, além de reforçar nosso compromisso com a construção de um futuro ainda mais sustentável”, afirma Cenira Nunes, gerente geral de Meio Ambiente da Gerdau.
Verificado por uma empresa independente, posteriormente, o inventário da companhia foi submetido à avaliação da equipe do Programa Brasileiro GHG Protocol. Os inventários podem receber os Selos Ouro, Prata e Bronze, conforme a transparência e a completude dos dados computados.
A Gerdau é a maior recicladora da América Latina e tem na sucata uma importante matéria-prima: cerca de 70% do aço que produz é feito a partir desse material. Todos os anos, 10 milhões de toneladas de sucata metálica são transformadas em produtos de aço, dentro de um modelo de economia circular. Como parte de sua estratégia de descarbonização e aumento da competitividade de suas operações, a companhia também tem investido na geração de energia renovável com destaque para a construção de parques solares no Brasil.
Atualmente, a Gerdau possui uma das menores médias de intensidade de emissão de GEE de 0,85t CO₂e por tonelada de aço, o que representa um valor cerca de 50% inferior à média global do setor, de 1,92t CO₂e por tonelada de aço (worldsteel). Este é o melhor número da série histórica, iniciada em 2020, que era de 0,93t CO₂e, quando a empresa assumiu a meta de diminuir as emissões para 0,82t CO₂e por tonelada de aço em 2031.

Foto: Divulgação
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