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Turismo regional será a retomada segura e crescente do setor, prevê vice-presidente da Fecomércio/SC
19 de Abril de 2021

Turismo regional será a retomada segura e crescente do setor, prevê vice-presidente da Fecomércio/SC

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A pesquisa da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de SC (Fecomércio/SC) sobre a temporada de verão confirmou com números o que todos perceberam no período – os argentinos, históricos clientes do litoral catarinense, desapareceram. Eles representavam 17,8% do montante de turistas em 2020 e caíram para insignificativos 0,2%. Divulgada recentemente, a pesquisa revelou mudanças importantes, com perspectivas promissoras para o próximo ano, no aumento da participação de gaúchos e paranaenses.

“Existe um gigantesco desejo reprimido em viajar e desfrutar de momentos de lazer com a família”, considera o vice-presidente da Fecomércio/SC, Emílio Schramm. “E os destinos de até 300 quilômetros de distância das cidades de origem serão os mais procurados, por famílias vindas dos dois estados vizinhos, além dos próprios catarinenses”, assegura.

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De acordo com o executivo, “a cadeia produtiva do turismo está sofrendo muito, mas teremos boas notícias, à medida em que a pandemia se atenue, com o avanço da vacinação. O desejo de viajar e espairecer é imenso entre milhões de pessoas. São famílias que enfrentaram perdas e suportaram o confinamento e agora querem momentos justos de lazer. É uma questão de saúde mental. E o turismo regional será o destino preferencial, majoritariamente. Os hotéis fazendas, as pousadas temáticas, o turismo de aventura – essas serão as rotas procuradas. Santa Catarina é um estado riquíssimo nessas opções”, afirma Emílio Schramm.

Neste momento, ainda de acordo com o vice-presidente, o impacto da retomada gradativa será muito positivo para todos os envolvidos, pois no turismo regional predominam os empreendimentos de pequeno e micro porte e os microempreendedores individuais. “Já é de domínio público o quanto o turismo é uma atividade muito abrangente na oferta de empregos e oportunidades. Essa retomada fará a diferença para a sustentabilidade da economia e, em especial, para o comércio. Apesar da lentidão na vacinação, vislumbramos um segundo semestre com uma retomada branda, mas contínua”, finaliza.

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