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Gestão de crise: como definir estratégias para lidar com desafios inesperados no mundo dos negócios
19 de Junho de 2024

Gestão de crise: como definir estratégias para lidar com desafios inesperados no mundo dos negócios

Investir na transformação digital é usufruir das vantagens

O mundo corporativo é repleto de desafios diários. Sendo assim, é necessário que sejam criados planos de ações e de contenção de crises.

Ao se preparar para possíveis cenários adversos e contar dados e tecnologia como forma de apoio para ajudar nas decisões e trilhar qual é o melhor caminho a seguir, gestores conseguem se antecipar e agir imediatamente assim que se suspeita de que algo pode vir a dar errado.

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“Hoje não é possível fazer uma gestão mínima sem a tecnologia. Ela entra como processo fundamental. Quando falamos em transformação digital é preciso que se entenda o que é isso. É preciso que as pessoas sejam educadas para usá-las. A escolha pela transformação digital fará um papel de agilidade e assertividade. Há também a minimização de uso de recursos e mais segurança para as empresas. A liderança precisa entender o caminho da transformação e criar estratégias para utilizar a tecnologia como meio transformador. Dessa forma, será possível controlar as ações e como as pessoas estão se comportando diante delas”, comenta Sócrates Cordeiro,  Diretor Executivo da CeosGO, organização com foco em transformar a gestão de empresas através de softwares que simplificam fluxos e administração.

Investir na transformação digital é usufruir das vantagens de se ter softwares voltados a facilitar a presença de uma alta gestão mais analítica, fazendo com que os gestores consigam tomar decisões e prever tendências de mercado com olhares voltados à garantia de performance e de resultados, por exemplo. Para isso, é preciso ter uma plataforma de BI em constante atualização e que permita a interação com dashboards de indicadores dinâmicos – facilitando o cruzamento de dados e identificação de tendências, o que, consequentemente, levaria a decisões assertivas de acordo com o momento atual de mercado.

Essas iniciativas tornam-se urgentes, pois, de acordo com o Serasa Experian, em 2023, houve o aumento de 68,7% pedidos de recuperação judicial se comparado a 2022 (o número passou de 833 para 1405). Desses, mais da metade são representados por pequenas e microempresas. E, no que se refere à falência, foi constatado uma alta de 13,5% ou 983 pedidos apenas no ano anterior.

Além da análise de riscos e planos de contingências, que serão alcançados com o suporte da tecnologia, para se ter um planejamento completo voltado à gestão de crises, segundo Cordeiro, “é preciso incluir, também pontos como comunicação efetiva com time interno, fornecedores e clientes;  fazer teste de possíveis cenários para ver se a solução criada irá funcionar conforme esperado; possuir reservas financeiras; ter flexibilidade operacional para conseguir manter o time ativo durante a crise trazendo uma solução como o trabalho remoto, por exemplo; e, finalmente, manter-se atualizado sobre as potenciais ameaças e acontecimentos que atingiram outras empresas do mesmo segmento com o intuito de se preparar para possíveis impactos”.

Dessa forma, ao contar com profissionais preparados e prontos para agir ao menor sinal de crise, além do apoio da tecnologia, dificilmente a empresa, independentemente do seu tamanho e público-alvo, estará entre àquelas que finalizaram as suas atividades por erros administrativos.

Sócrates Cordeiro (Divulgação CeosGO)

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