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Empresa catarinense abre escritório na China e aposta em internacionalização
16 de Junho de 2023

Empresa catarinense abre escritório na China e aposta em internacionalização

Iniciativa do Grupo Leonora visa à ampliação do market share e à qualidade das ofertas no Brasil

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O Grupo Leonora segue a estratégia de expansão e reforça a internacionalização das operações por meio do escritório inaugurado na China. A marca, que possui sede em Santa Catarina, estima faturar R$390 milhões em 2023 com estratégias diversificadas. O investimento na unidade chinesa e o aumento das operações da equipe no local visam à democratização de acesso ao que é produzido no país e consequente avanço das ofertas no Brasil.

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Na China

O escritório fica estrategicamente situado na cidade de Ningbo, na província de Zhejiang, onde não apenas os grandes parques industriais estão alocados, mas também boa parte de fornecedores ligados à marca. A proximidade com a China faz parte da busca pela eficiência organizacional e operacional, mirando a ampliação do market share no Brasil.

“A atuação presencial na Ásia traz mais competitividade, agilidade e assertividade na busca por fornecedores e produtos que possam atender às demandas e aos requisitos que são exigidos por nossos clientes”, explica o gerente de sourcing do Grupo Leonora, Rafael Rodrigues.

O projeto na China envolve todas as marcas do grupo, sendo a Leo & Leo o carro-chefe das demandas, com maior número de produtos/skus e maior volume de compras. A internacionalização também amplia as projeções de crescimento e possibilidades nas demais marcas, como LeoArte, JocarOffice e a Letron, novo braço de eletrônicos lançado recentemente para atender toda a jornada do consumidor, com itens de valores acessíveis até produtos com grandes diferenciais técnicos.

Todas as ações realizadas nas marcas no Brasil são criadas e aplicadas em conjunto com a equipe da China, o que demanda um feeling apurado na leitura do mercado nacional, na análise e na identificação de tendências que estão em constante transformação, tanto na China quanto no Brasil.

Para isso, a companhia lança mão de várias ferramentas disponíveis no mercado, desde forte atuação nas redes sociais até o sourcing ativo, com análise de fontes de dados direcionadas ao setor de papelaria. Existem, ainda, outras estratégias criadas internamente para proporcionar alinhamento e sintonia na interação das equipes.

“A implementação do escritório da China foi um divisor de águas no desenvolvimento de nossos produtos. Além do aumento das vendas e do faturamento da companhia, a internacionalização representou uma grande evolução na obtenção de novidades do mercado, amostras, comunicação, agilidade nas negociações e concretização das compras em tempo muito mais curto”, finaliza Rafael.

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