SÉRIE | Jornalismo no papel e no digital. O que pensam as universidades catarinenses

14 de Novembro de 2019

Conheça o visão da Estácio, Furb, Unisul, Univali e Univille

 

O AcontecendoAqui foi buscar junto aos profissionais que atuam em Santa Catarina uma visão sobre o que poderá acontecer com os meios de comunicação na Região a partir da decisão da NSC em parar de imprimir jornais diários no Estado. Dividimos o resultado desse levamentamento em cinco capítulos: 

- Entidades do Trade;
- Jornalistas;
- Anunciantes;
- Publicitários;
- Universidades.

 

 A primeira parte da Série, com um apanhado de notícias relevantes sobre a queda de leitores do jornal impresso pelo mundo foi publicada no dia 5 de novembro de 2019, com as opiniões dos dirigentes da ACI, ACIF, ADI, ADJORI e SINAPRO. Acesse a publicação aqui.

A segunda parte publicamos no dia 7 de novembro com a opinião de jornalistas que vivem e trabalham em Santa Catarina. Acesse essa publicação clicando aqui.

Sobrevida
Na opinião de boa parte dos jornalistas ouvidos pelo AcontecendoAqui, as operações menores, cujo custo é igualmente menor, ainda há um espaço de tempo em que se conseguirá manter a lucratividade. Esta, entretanto, é continuamente decrescente, o que permite indicar - sem erro - que também elas caminham para seu encerramento.

Nesta quinta-feira, 14 de novembro, publicamos a terceira e penúltima parte dessa SÉRIE repercutindo o que pensam as universidades sobre esse momento de transição do jornalismo e quais movimentos elas estão fazendo em Santa Catarina para preparar bons profissionais para os desafios atuais e para os futuros desafios que ainda não temos a menor ideia de quais serão. Confira:

 

ESTÁCIO 
Diante do atual cenário informacional oferecido pela internet, no qual o fluxo contínuo de notícias em tempo real está entre as principais características, o jornalismo impresso não pode mais seguir o modelo do século 17, quando começaram a circular os primeiros jornais. O caminho para o jornais impressos é investir em reportagens de peso, principalmente de assuntos inéditos. Acredito que o público deixa de ler um jornal impresso quando não encontra no veículo informações inéditas, sobre fatos que já conhece ou de novas pautas.

O fim dos jornais impressos da NSC é uma boa oportunidade para outros impressos conquistarem o público, mas isso só acontecerá se os leitores encontrarem qualidade nos conteúdos.  Dentro deste contexto, acredito que o jornalismo hiperlocal é uma boa alternativa. Segundo dados do Projeto Atlas da Notícia, 49% dos municípios brasileiros possuem ao menos um veículo de comunicação, mas os outros 51% carecem de cobertura local diária.

O currículo do curso de Jornalismo da Estácio também abrange disciplinas teóricas e práticas relacionadas às novas tecnologias, entre elas estão Jornalismo de Dados, Mídias Digitais, Práticas de Jornalismo Multimídia e Redação para Web.

Regina Zandomenico - Coordenadora do curso de Jornalismo do Centro Universitário Estácio de Santa Catarina

 

FURB
O jornal impresso ainda é um meio com relevante penetração local em target qualificado e com grande credibilidade. A falta de um meio impresso de credibilidade que aborde profundamente microrregiões abre uma lacuna no mercado publicitário.

O problema de uma empresa como a NSC não é o mesmo de outras. Quem se utilizava do parque gráfico sim terá que buscar o serviço em outras empresas, assim como o próprio grupo. O movimento que preocupa é a diminuição no investimento de produção local  de conteúdo por parte do grupo e que pode gerar interesse de empreendedores locais para colocar em  circulação informação sobre a economia, cultura, enfim, valores de cada região. É um movimento que o mercado publicitário deverá acompanhar 

Poderias me enviar as suas impressões a respeito desse fato e quais cenários vislumbras para os meios de comunicação em nossa região? 

Ao meu ver, a posição de investir no meio digital diário e a nova proposta comercial com a revista semanal é interessante. a perspectiva de  diminuição de produção de conteúdo sobre a realidade local e micro regional e que preocupa e pode paralisar sinergias de desenvolvimento que não estejam sob interesse centralizado. Por outro lado, é uma oportunidade para o jornalismo hiperlocal, já que as pessoas de nossas cidades continuarão necessitando de informações sobre o que acontece no entorno de suas vidas. não por acaso o conteúdo está crescendo no meio rádio. caberá ao profissional de midia estar atento aos veículos de comunicação de menor porte tanto em formatos tradicionais quanto em plataforma digital como investimento e alcance no target.

A FURB tem feito movimentos para preparar seus cursos de comunicação social para esse desafio trazido pela evolução da tecnologia. Por exemplo, criamos a Central Multimídia de Conteúdo, justamente nesse movimento de integração dos meios (tv, rádio, redes sociais, assessoria de imprensa e site). O que realizamos nas práticas de comunicação da instituição está alinhado ao que é ensinado em nossos cursos, dentro do conceito de comunicação integrada. o curso de publicidade e propaganda da FURB,, pioneiro no Estado de Santa Catarina, também estuda o mercado publitário acompanhando novas plataformas midiáticas, tendências e comportamentos de consumo.  mas, também, com seus projetos de extensão busca entender o mercado regional e realizar de fato a aplicação prática do conhecimento.

A cidade de Blumenau foi pioneira em várias iniciativas (a primeira tv de SC, primeira rádio, primeiro jornal off-set) e no panorama atual não tem sido diferente e, desta vez, com a marca da FURB. Foi iniciativa de um professor de jornalismo da furb, o jornalista Evandro de Assis, a criação de O Município Blumenau, uma empresa nativa digital (ligada ao municipio de Brusque). 
O Município Blumenau foi a primeira empresa a contratar um jornalista formado pela FURB:Jjulia Schaeffer, primeira egressa-jornalista de carteira assinada, oriunda da turma pioneira de jornalismo da FURB.

Acompanhamos hoje O Município, já com mais de três milhões de acessos mensais, provalmente líder em termos de portal local. Em relação a 2018 cresceu 431% em audiência. São cases como esse que estudamos e estimulamos. Não é mera coincidência que desde que foi criado, em 2014, o curso de jornalismo trouxe as disciplinas jornalismo para web, jornalismo digital, jornalismo em plataformas multimídia, jornalismo colaborativo, além das tradicionais modalidades para tv e rádio.

Fernanda Ostetto - Coordenadora de Comunicação e Marketing | FURB - Universidade de Blumenau

 

UNISUL
Nos anos 80, quando produzíamos o jornal O ESTADO, por exemplo, o processo consumia cerca de 12 horas, no mínimo, para colocar os fotolitos para imprimir as chapas que seriam encaixadas na impressora. E olha que os desafios eram grandes. A maioria das pautas era distribuída a partir das 13 horas, embora havia jornalistas trabalhando no período matutino. E para facilitar o deslocamento – o jornal funcionava na SC-401 – havia o serviço de reportagem junto a um estacionamento na avenida Hercílio Luz, no centro de Floripa. 

No final da tarde, os repórteres chegavam na redação e se colocavam diante da máquina Olivetti para produzir o texto, que seguia o roteiro de,  primeiro, cair nas mãos do editor, que, quando não mandava o repórter fazer de novo, rabiscava de forma que nem o revisor entendia. Depois do revisor, caía para a diagramação e, em seguida, para a composição. Voltava para o revisor para chegar ao past-up´, ou seja, montagem dos textos e fotos em páginas apropriadas para a fotolitagem e impressão em chapa. Depois a impressão.

Hoje, não se pega em papel. Tudo pelo computador. E sabe quantas horas se consome para a produção de um jornal? Quase as mesmas: 12 horas. Alguma coisa está errada, não? Sim, é a dispersão, a ansiedade, a neurose da novidade, do furo, tudo isso concentrado na internet, nas redes sociais, cujos usuários em breve estarão exigindo o diploma de jornalistas.

O furo de reportagem já acabou há muito tempo, Até porque as redes sociais estão espertas e seus usuários impacientes. E o jornalista ainda se acha perdido, pautando-se nas redes sociais. Claro que a manchete do dia seguinte já estará superada, até mesmo em sites e na tevê. O rádio, que no final dos anos 50, estava com a morte enunciada, sobreviveu à explosão tecnológica do final do século XX e parece o mais apropriado à humildade jornalística.

O jornalismo está desencontrado porque as suas novas gerações não se apropriaram de regras que as desafiassem à inovação, criatividade e a pautas imaginadas com conhecimento da realidade social, econômica etc., fora das redes sociais, que, sem dúvida, devem ser fontes de consulta, claro.

O jornalismo precisa desacelerar-se para voltar a ser criativo, de forma a elaborar pautas capazes de surpreender o leitor, telespectador e ouvinte. Acredite se quiser, mas quando o repórter faz cobertura de um fato de rua precisa perguntar a pessoas sobre o que acham ou o que sentem. Não tem a capacidade de descrever o fato e nem o ambiente. Se há um acidente, algum abelhudo vai falar sobre o que viu, senão o repórter fica a ver navios. No jornal, se o Avaí perde de novo, a chamada de capa do dia seguinte é “Avaí sofre mais uma derrota”. Tudo virou óbvio, mesmice e ainda se alimenta a dúvida por que o jornalismo está decadente. E eu responderia: pelo excesso de obviedade.

No que se refere ao ensino do jornalismo, o problema é de todas as escolas, sem exceção. A Unisul se prepara para mudar o seu currículo e apostar na influência do jornalismo na melhoria do padrão de informação das redes sociais e requalificação dos meios tradicionais de comunicação. O desencontro e os exageros das redes decorrem justamente da ausência de norteadores, que podem ser os jornalistas. Mas, para isso, é necessário que as escolas reflitam e se reestruturem no sentido de avançar no papel do jornalismo no cenário tecnológico, que desafia profissionais de todas as áreas a não parar para pensar, planejar e encontrar caminhos que abram perspectivas de um futuro de pés no chão.  Não é só o jornalismo. Na China, por exemplo, um paciente entrar numa cabine, é radiografado e os resultados dos exames caem imediatamente sobre a mesa do médico que vai atendê-lo. Um cálculo estrutural obrigava um engenheiro a mergulhar em estudos por mais de duas semanas; hoje ele precisa de menos de cinco horas para obter resultados... E o que será do motorista de ônibus, do psiquiatra, do fisioterapeuta, enfim, de tantos outros profissionais que estão assustados com o empurra-empurra da tecnologia.  O jornalismo se deixa ser empurrado sem reagir e nem parar. E as escolas, sob este aspecto, estão decadentes. A menos que comecem a ensinar seus alunos a criarem startups. Será a solução? Não! O jornalismo precisa fazer a diferença em nível de conteúdo. Ferramentas já há em abundância; o conteúdo é insipiente. E parece que prevalece um dormência. O aprendiz não quer ler e nem aprender a escrever. Prefere a alucinação das redes sociais.

Por mais que a tecnologia tenha bagunçado a vida do jornalista, não se admite que um veículo, quer o rádio, tevê ou jornal, não viva, reflita e mobilize a sociedade em torno da importância de a cidade investir na felicidade das famílias, do cidadão. E, para isso, é necessário ter a coragem de analisar, sem apegar-se a fatores de conveniências pessoais ou de grupo. A independência, sem dúvida, é a marca que se fortalece com a transparência das redes sociais. O fim de jornais impressos tradicionais, como A Notícia, Diário Catarinense e Jornal de Santa Catarina, foi precipitado porque não se transporta um veículo para uma rede sem pensar, sobretudo, nos perfis do público online. A linguagem, enfoque do tema, reflexão profunda, tudo isso e mais alguma coisa são características novas. Se fosse tão fácil o New York Times já teria mudado há 10 anos. O papel não está ficando obsoleto, mas o jornalismo é que está apressadamente querendo dispensá-lo

Laudelino José Sardá - Jornalista, Professor e Fundador do Curso de Jornalismo da Unisul e diretor da Editora Unisul

 

UNIVALI
Sobre a  lacuna para agências e os anunciantes não  umaé uma questão muito fácil de responder, portanto vou tentar sintetizar minha opinião de duas formas antagônicas: (1) sim, pois cada veículo que deixa de circular poderia ser considerado uma forma a menos que as agências teriam para fazer com que os anúncios atinjam os seus devidos públicos; (2) não, pois possivelmente um dos motivos pelos quais tais veículos pararam de circular, seja justamente a insustentabilidade econômica eventualmente causada pela realocação de verbas publicitárias para outros meios de comunicação.

Abre uma porteira para o mesmo movimento para todo o meio jornal no estado?
Primeiramente, a história nos mostra que as profecias sobre o fim de algum meio de comunicação não costumam acertar nas suas previsões apocalípticas. Em segundo lugar, creio que toda generalização é, no mínimo, um exagero. Levando em conta esses dois pontos, ao menos neste momento, não acredito que se "abra uma porteira para todo o meio jornal no estado”, pois tratam-se de realidades muito diferentes. 

Leio jornais impressos eventualmente, e cada vez com menos frequência e o motivo é totalmente pragmático: as informações que julgo importantes e relevantes estão disponíveis e acessíveis em outras fontes, algumas tecnológicas, outras não.

Tenho várias impressões, mas confesso que nenhuma delas é de fato conclusiva. Partindo de uma premissa otimista, provavelmente o advento tecnológico permite que não especialistas se tornem produtores e difusores, o que, em tese, contribuiria com a democratização e socialização da informação. Partindo de uma premissa pessimista, a democratização seria uma mera ilusão, pois nem todas as camadas da população conseguem de fato ter acesso às tecnologias ou outras condições para produzir e difundir conteúdo, aumentando ainda mais as discrepâncias. Partindo de uma premissa romântica ou nostálgica, eu diria que não se produz mais informação como antigamente. E, por fim, partindo de uma premissa realista (não quer dizer que seja uma verdade absoluta) provavelmente os meios de comunicação tradicionais perderam a exclusividade na tarefa de produtores e difusores de informação. Com isso, aumentou drasticamente a quantidade de informação, e a qualidade parece cada vez mais questionável e diluída. Ficou muito mais difícil para o público identificar instâncias de consagração e validação de conteúdos. Assim, o cenário que vislumbro para os meios de comunicação em nossa região é o de uma busca por ser atrativo, relevante, e evidentemente, sustentável.

Quais movimentos a Univali está fazendo para preparar seus cursos de comunicação social para esse desafio que a tecnologia nos apresenta?
Veja, na época da revolução industrial já se demonizava a máquina por substituir a mão humana em atividades que hoje em dia nos questionamos se algum dia deveriam mesmo ter sido executadas pela mão humana. Será que vale a pena insistirmos nesse discurso de que a tecnologia é culpada por alguma coisa? Será que é a tecnologia que nos apresenta desafios? Talvez quem nos apresente desafios de verdade sejam as outras pessoas, e se elas utilizarem a tecnologia a seu favor, e nós não, talvez o erro seja nosso. Isso posto, creio que o grande movimento que a Univali está fazendo para preparar seus acadêmicos (não só nos cursos de comunicação social) é um movimento comprometido com desafios contemporâneos muito mais amplos do que o mero embate tecnológico. Trata-se de conectar pessoas, de integrar diferentes áreas do conhecimento, especializando e ao mesmo tempo extrapolando as especificidades herméticas das área de conhecimento. Trata-se de um movimento comprometido com a formação de pessoas preparadas para um cenário de rápidas mudanças.

Prof. Dr. Hans Peder Behling - Coordenador do Curso de Publicidade e Propaganda

 

UNIVILLE
Ainda quando estudante de Jornalismo, na segunda metade dos anos 90, acompanhava os anuários que indicavam o IVC (Índice de Verificação da Circulação) e lá estava o jornal A Notícia na época como a 6ª maior tiragem do país. As discussões que envolvem o “falecimento” de algumas mídias ocorrem a muito tempo. O próprio rádio nos anos 50 sofreu com essa questão, assim como a TV com a ampliação do acesso à Internet. O que vimos foi o rádio se reinventando e a TV ancorando novas tecnologias, além de se manter presente, com audiências ainda fortes e interação com os telespectadores. 

Nesse contexto, o meio jornal, assim como as revistas, vejo que são os que mais sofrem com as novas tecnologias. Quando eu tinha 10, 11 anos tinha o hábito de comprar a Zero Hora na banca e lia o jornal de trás pra frente, por conta da coluna do Paulo Sant’ana, assim como muitos gaúchos. Atualmente, acabo lendo muito pouco jornal impresso, sendo minhas fontes de informação ligadas aos portais on-line. E, hoje, as assinaturas de portais on-line levam as pessoas e os anunciantes para a web, onde encontram mais agilidade para atualização das informações, além de rastreamentos de dados tão usados para mostrar o impacto da audiência para empresas e agências. 
Vejo que o jornalismo, principalmente o dos veículos impressos, caminha para reportagens com uma maior cobertura, com mais intensidade de informação, abrangência e profundidade. O que para cidades como Joinville, dependendo da consolidação do modelo proposto, pode levar a discussões sobre a presença do local em comparação com reportagens de nível estadual, nacional e mundial. Para agências e anunciantes vai ser um momento de análise, de entendimento das propostas e de como o público consumidor desses veículos irá se relacionar seja com a proposta das revistas semanais, seja com as veiculações dos antigos “jornais diários” agora mais eficazes em relação a dinamicidade dos fatos e sua publicação.
Nas cidades do interior, talvez ainda tenhamos muitos anos dos jornais semanais, justamente por que uma parcela significativa das pessoas dessas localidades gosta de se ver e ver os outros no jornal. Aqui, mesmo em tempos de Instagram e Facebook, periódicos geram negócios por meio de suas colunas, da cobertura política e/ou de inaugurações empresariais. O modelo de negócio diferente dos grandes grupos, mais próximo as realidades locais podem fazer o jornal impresso ter mais alguns anos de vida nessas regiões. 

Sobre o futuro ele é sempre uma aposta, uma impressão, uma dimensão de uma realidade. Tenho muito receio de ampliarmos esse vazio de acreditação que surgiu nos últimos anos em relação a função exercida pelos jornalistas, que sem dúvida alguma tem um papel social dos mais significativos. Não podemos ficar reféns da falsa ideia, como muitos já estão, de que rede social da internet é meio de informação, principalmente pelo baixo nível de qualidade que vem apresentando, incluindo aí as famosas fake news.

Dentro da Univille estamos fortalecendo as ações relacionadas a cursos de Comunicação, estudando periodicamente a matriz de Publicidade e Propaganda, possibilidades de novos cursos, formas de oferecimento e metodologias de ensino. Com um Dinter em Comunicação (Doutorado Interinstitucional) com a UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) capacitamos oito professores da Universidade, visando ampliar ainda mais a qualidade do curso e a geração de ideias relacionadas a Especialização, Mestrado e Doutorado na área. Vivemos um processo de consolidação, por exemplo, da área de Educação à Distância (EaD), com cursos totalmente on-line e híbridos.

Acreditamos que muito temos a entender e fazer. Que a comunicação é sempre um desafio e que acompanhar os processos e as mudanças é necessário para atuar em novos cenários e estabelecer perspectivas transformadoras para as pessoas que procuram a Univille para ter um graduação, uma especialização, um mestrado, ou, um doutorado.

Prof. Dr. Silvio Simon (coordenador do curso de Publicidade e Propaganda da Univille e doutor em Comunicação pela UFRJ).