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Conversas Culturais recebe integrantes e cofundadoras do Chama Coletivo Multimídia
19 de Agosto de 2025

Conversas Culturais recebe integrantes e cofundadoras do Chama Coletivo Multimídia

Camila Stähelin, jornalista, e Luísa Tombini Wittmann, professora de história, são integrantes e cofundadoras do Chama Coletivo Multimídia. Elas falaram sobre o filme "Chamado da terra". Acompanhe!

Por Entretenimento 19 de Agosto de 2025 | Atualizado 19 de Agosto de 2025

Conversas Culturais

recebe integrantes e cofundadoras do Chama Coletivo Multimídia

As integrantes* e cofundadoras do Chama Coletivo Multimídia, Camila Stähelin, jornalista, e Luísa Tombini Wittmann, professora de história, participaram do Conversas Culturais dessa semana. Em pauta, o filme “Chamado da Terra”, cujo título original é “Welcome Home”.

O média-metragem foi gravado na Austrália, por meio de financiamento coletivo, em 2014. A obra conta histórias de reconexão de indígenas australianos com seus territórios, após anos de violações pelo estado. Dessa forma, na entrevista, Camila e Luísa relembram como foram os dias que fizeram mais de 50º na costa oeste australiana, o encontro com a Lorna Kelly, indígena que as recebeu e guiou durante os dias de entrevistas, o processo de curadoria das imagens, até a montagem final do filme.

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Sendo assim, acompanhe e saiba mais sobre a história dos povos originários da Austrália.

*A jornalista Anita Grando Martin não conseguiu entrar na live por questões técnicas. 

Sobre o filme

O documentário será lançado nesta terça-feira (19), às 18h30, no auditório Tito Sena, localizado no Centro de Ciências Humanas e da Educação da Universidade do Estado de Santa Catarina (Faed-Udesc), no bairro do Itacorubi, Florianópolis. A sessão tem entrada gratuita e também haverá transmissão online. Assim, após a exibição do filme, será feita uma roda de conversa com os integrantes do Chama Coletivo Multimídia, responsável pela realização do filme, e com entrevistados, diretamente da Austrália.

O filme aborda o sequestro de crianças por órgãos do governo, o que levou à existência da chamada Geração Roubada, e também a luta dos povos originários por soberania e garantia da transmissão de saberes ancestrais. A mensagem ultrapassa fronteiras e convida não-indígenas de todo o mundo a honrarem os povos originários de seus países.

Vale lembrar que o documentário é uma produção independente de oito brasileiros, de diferentes formações – jornalistas, historiadores e músicos. As gravações foram feitas na Costa Oeste da Austrália, com condução de Lorna Kelly, pertencente ao povo Ngombal. Além desse, foram visitados os territórios Yindjibarndi, Palyku, Kariyarra, Banjima, Jukun e Nyul Nyul, entre outros.

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