Vivemos tempos exponenciais, mas é bom resgatar que esta sempre foi a realidade da humanidade desde o primórdio dos tempos.
Ao longo dos séculos em que ocupamos espaço na astronave Terra temos vivido tempos difíceis e imemoráveis. Desde o descobrir-se com capacidade de pensar, a descoberta do fogo, ou viver em comunidade que os tornava mais fortes até os tempos turbulentos que vivemos entre guerras e submissão de povos derrotados.
Alguns escritores, ao longo do tempo, através de livros, absolutamente atuais, tentaram alertar a humanidade para o perigo do autoritarismo como forma de conduzir os diferentes povos. Já em 1919, Francis Stevens, uma mulher usando um pseudônimo de homem, escrevia “As Cabeças de Cérbero,” em 1920/21 Yevgeny Zamyatin escreveu “Nós,” em 1932 Aldous Huxley publicou seu fantástico livro “Admirável Mundo Novo” e na sequência, George Orwell publicou dois alertas em forma de livros; “Revolução dos Bichos” e “1984,” respectivamente em 1945 e 1948.
Conforme aumenta a população mundial mais se fragiliza o conceito de democracia e, mais vemos surgir no horizonte governos com viés autoritários. Em 1804 a humanidade atingia sue primeiro bilhão de habitantes fruto da revolução industrial e das melhorias das condições de saúde e saneamento. Hoje beiramos os 8 bilhões de habitantes e a cada dez anos acrescentamos 1 bilhão de habitantes a nossa astronave.
Os governos, em sua grande maioria, são incompetentes para administrar as áreas que lhes cabem e geram populações inteiras sem base educacional, sem acesso a saúde de qualidade, sem alimentação digna e, com o advento da Inteligência Artificial e mudança do perfil do trabalhador, um problema de magnitude enorme está sendo criado; gerações inteiras de pessoas inúteis!
O que fazer? Repetir o comum na história da humanidade. Instilar o medo!!! Como fazer isto dando um viés de naturalidade? Criando fatos que induzam a população a pensar na inevitabilidade dos acontecimentos e, parece que a pandemia de corona vírus foi um bom teste para incutir o medo e manter a submissão aos “donos do poder.”
Você, caro leitor, deve estar lembrado dos caminhões do exército italiano recolhendo corpos nos hospitais e conduzindo-os aos cemitérios. Imagem estarrecedora e que produziu o efeito necessário: medo! Outra imagem que correu o mundo foi feita em Manaus e mostrava as covas abertas em um cemitério local aguardando seus futuros moradores. Sem esquecer, é óbvio, da senhora que em uma praia qualquer da baixada santista, foi abordada violentamente pela polícia militar e retirada a força da praia porque, além de proibido, estava sem máscara. As imagens são muitas e correram o mundo com uma única finalidade: assustar.
Passada a pandemia os próprios médicos e cientistas que estudaram profundamente o tema afirmam que as máscaras foram absolutamente ineficazes no sentido de proteção, as vacinas, desenvolvidas às pressas são, hoje, responsabilizadas por doenças cardíacas em jovens e os processos se avolumam pelo mundo e, o isolamento só produziu pobreza e fechamento de empresas.
Porém, o que fica claro para os detentores do poder é que a provocação do medo gera a submissão das populações. Quando a censura começa, por você, a partir do que fala ou escreve, eles, os déspotas, venceram!
Foto de Sajad Nori na Unsplash
