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Cinco resoluções de ano novo que todas marcas deveriam adotar
14 de Janeiro de 2026

Cinco resoluções de ano novo que todas marcas deveriam adotar

Quais são suas metas e resoluções?

Por Giuliano Thaddeu 14 de Janeiro de 2026 | Atualizado 15 de Janeiro de 2026

Imagem produzida pelo colunista com uso do Chat GPT

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Todo início de ano vem acompanhado das tradicionais promessas do Réveillon. Em janeiro, a gente decide que vai emagrecer, começar a academia na segunda-feira, comer melhor, gastar menos e cuidar mais dos relacionamentos. A lista é conhecida. A dificuldade em cumprir também.

Mas se pessoas fazem resoluções, empresas e marcas também deveriam fazer as suas. Especialmente na chegada de 2026, um ano intenso, barulhento e cheio de eventos capazes de impactar diretamente negócios, decisões e reputações.

Aqui vão algumas resoluções fundamentais para qualquer organização que queira atravessar o ano com mais solidez.

1) Acabar com o improviso: comunicação é planejamento.
Improviso pode até render uma boa história de bastidor, mas raramente constrói reputação. Comunicação estratégica exige método, alinhamento interno e clareza de objetivos. Responder “no calor do momento” quase sempre custa caro depois.

2) Organizar a narrativa: como contamos nossa história faz toda diferença.
Marcas contam histórias o tempo todo, queiram ou não. Se a empresa não organiza sua própria narrativa, alguém fará isso por ela. E, via de regra, não será com benevolência. Narrativa é coerência entre discurso, atitude e experiência.

3) Não esperar a crise chegar: preparação não é pessimismo.
Crises não surgem do nada. Elas amadurecem em silêncios, decisões mal explicadas e falta de preparo. Treinar porta-vozes, mapear riscos e definir protocolos não evita problemas, mas reduz drasticamente seus danos.

4) Entender 2026: contexto importa muito.
Copa do Mundo, eleições e ambiente social tensionado mudam comportamentos, expectativas e sensibilidades. Ignorar esse cenário é operar no modo automático em um ano que exige atenção redobrada.

5) Investir na reputação: não é supérfluo, é decisivo.
Reputação não é vaidade institucional. É confiança acumulada. Influencia vendas, atrai talentos, protege em crises e sustenta o futuro. Poucos ativos entregam tanto retorno.

Não sei quais são as suas metas ou resoluções, mas desejo de coração que 2026 seja um ano incrível: com menos improviso, mais estratégia e muitas boas notícias para contar.

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