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Uma das maiores criações da humanidade foi o calendário Gregoriano; criado pelo Papa Gregório XIII, em 24 de fevereiro de 1.587, corrigindo falhas do calendário Juliano e estabelecendo um ano mais alinhado com o sol e regrando os anos bissextos. Primeiro foi adotado pelos países de orientação católica e depois pelo restante dos países.
O calendário, além de regular nossas vidas de forma temporal, tem uma função que poucos se dão conta. È um renovador de esperanças! Sim, apenas a mudança de ano, caracterizada por algumas festas e pelas crendices cultuadas ao longo do tempo pelos crédulos, pode significar para as pessoas o reinício de uma caminhada que, às vezes, se mostra cansativa e sem resultados concretos. O reinício propicia uma nova caminhada, um novo respiro, uma nova esperança de que tudo pode melhorar.
O ano que termina não foi um prodígio em bons acontecimentos. Guerras, desastres naturais, crise entre países, desmoralização das Instituições, degradação da educação, criação de falsos ídolos e influenciadores, enfim um ano que não deixará saudade.
No horizonte começa a surgir o ano de 2026. O que pode o cidadão comum, pagador de impostos e sustentáculo de governos, esperar como melhoria em sua qualidade de vida na educação, saúde, segurança? O exercício mental é do leitor da coluna.
No último dia do ano a preocupação começa com a roupa a ser vestida, se amarela o dinheiro pode me sorrir, se vermelha a vida sexual será intensa, se for branca o ano será de paz. Sim, somos, como humanos, crédulos! Na virada do ano há que se comer lentilha, saltar sete ondas, comer sementes de romã e, acreditar que todas estas ações trarão sorte e lhes mostrarão os caminhos.
Mas, pretensiosamente, quero sugerir outro caminho, independente de suas crenças pessoais. Primeiro faça uma análise de como foi seu ano de 2025; seus erros e acertos, o que funcionou bem em seu planejamento, se seus objetivos foram ou não alcançados. Depois entenda que a mudança verdadeira acontece de dentro para fora. Só você pode fazer isto! Entenda também que a sua vida a você pertence; ninguém a viverá por você, portanto, cabe a você a tomada de decisões.
Talvez seja interessante identificar suas potencialidades, as coisas em que você é, realmente, bom; estabeleça dois ou três grandes objetivos para o ano e, internalize-os; descubra áreas de oportunidades na nova economia, na economia compartilhada, na economia criativa e, esqueça a velha economia.
Por último acredite em você! Acredite em suas potencialidades e transforme-as em ações que se traduzam em resultados. Piegas? Talvez, mas pense nisso! Feliz 2026!

