Coluna Ana Lavratti: Um amor que me afoga, sem roubar o ar
SE UM FILHO É COMO O MAR, COMO NÃO AMAR? Seja quente, seja frio, preenche todo o vazio. Às vezes, confuso, repuxa pro fundo. Às vezes, vibrante, arremete pro mundo. Se fica nervoso, isso pede cautela. Mas mesmo...