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Coluna Ana Lavratti: Um amor que me afoga, sem roubar o ar
31 de Agosto de 2020

Coluna Ana Lavratti: Um amor que me afoga, sem roubar o ar

Por Ana Lavratti 31 de Agosto de 2020 | Atualizado 31 de Agosto de 2020

 

SE UM FILHO É COMO O MAR,

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COMO NÃO AMAR?

 

Seja quente, seja frio,

preenche todo o vazio.

 

Às vezes, confuso, repuxa pro fundo.

Às vezes, vibrante, arremete pro mundo.

 

Se fica nervoso, isso pede cautela.

Mas mesmo suave… sou sentinela.

 

Como a espuma que tudo permeia,

ali eu conheço o grão de cada areia.

 

Que bom que filho não é sonda,

que se liberta e some no espaço.

Filho é sempre como onda,

vai e volta no próprio compasso.

 

E assim eu me encontro a professar

este amor que me afoga sem roubar o ar:

 

CONTIGO DECIFRO MAIS QUE A MARÉ,

DESCUBRO QUE BOM QUE AMAR É.

 

Quando eu te olho és tão “infinito”,

que tudo se torna mais bonito.

 

Feito uma auréola que flutua

teu brilho é maior que a luz da lua.

 

Teu corpo é espelho para o sol,

tua mente é coral no meu atol.

 

Por mais que a vida te leve pra longe,

mesmo se um dia perderes a conta,

sempre terás em mim tua concha.

 

Nas fotos, a emoção de comemorar os 15 anos do meu mergulho na maternidade… 

Sem festa, respeitando as restrições da pandemia, mas com dose extra de emoção e GRATIDÃO a quem tornou o nosso agosto inesquecível!

 

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