Disney aposta no poder da autenticidade e traz conversas humanas ao palco do Cannes Lions 2025
16 de Junho de 2025

Disney aposta no poder da autenticidade e traz conversas humanas ao palco do Cannes Lions 2025

Talk show com Dana Walden, Sterling K. Brown e Dan Fogelman destaca conexão com o público e o papel do storytelling

Na manhã desta segunda-feira, 16, às 11h45 (horário da França), o Debussy Theatre recebeu um dos momentos mais descontraídos – e emblemáticos – do segundo dia de festival.

Com o formato de um talk show leve, a sessão da Disney trouxe Dana Walden, co-chairman da Disney Entertainment, para conduzir a conversa com Sterling K. Brown (This Is Us, Paradise) e Dan Fogelman, roteirista e produtor de longa data.

Histórias que funcionam porque são humanas

O painel teve menos slides e mais histórias de bastidor. Sterling compartilhou experiências pessoais sobre como lida com a atenção do público, o equilíbrio entre visibilidade e privacidade, e a importância de manter a conexão com as pessoas: “No fim do dia, eu sou um ser humano. As pessoas percebem isso — e respeitam.” Ele reforçou que a audiência se conecta com o que é real, e que esse vínculo emocional é o que sustenta histórias que duram.

Storytelling com alma — e sem fórmulas prontas

Dana conduziu a conversa com habilidade, alternando momentos de humor e profundidade. Houve espaço até para uma menção à inteligência artificial: ela compartilhou uma conversa recente com um desenvolvedor sobre como a IA poderia, em tese, criar campanhas criativas em escala. Mas foi direta: “Definitivamente não é o caso com ‘This Is Us’. Tudo ali é sobre a experiência humana, sobre forma e sentimento.”

Disney no festival — e além do palco

Na minha 13ª cobertura do festival, não é surpresa ver a Disney marcar presença com conteúdo de palco e também com ativações visuais ao redor do Palais. De certa forma, esse talk show foi um respiro — menos técnico, mais emocional — reforçando que, mesmo em tempos de disrupção e dados, a emoção ainda move a audiência.

O que sua empresa pode aprender com isso:

  • Storytelling de impacto começa com personagens reais e conflitos universais
  • A proximidade emocional com o público ainda é uma das ferramentas mais poderosas
  • Nem tudo precisa ser tecnológico: a forma importa tanto quanto a inovação
  • Em alguns casos, ouvir é mais relevante do que impressionar

Nota do editor: este conteúdo foi produzido diretamente de Cannes, com base na cobertura presencial do evento. A estrutura e revisão do texto foram otimizadas com apoio da IA (ChatGPT), garantindo agilidade em meio à programação intensa.

Produção estimada:
Com IA: 30 minutos — entre um quote e outro, anotado discretamente no Debussy.
Sem IA: eu provavelmente ainda estaria na Sala de Imprensa tentando decifrar minhas próprias anotações.
Originalidade editorial: 65%
Uso de IA: 35% (estrutura e extensão narrativa).

Na foto: Dana, Sterling e Dan no palco do Debussy | Crédito: Guilherme da Luz

 

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