
Redes sociais
Entre os destaques do estudo está a presença de jornalistas ativos no Twitter. A inserção da imprensa na rede social é maior que 50%. No Brasil, 80% dos profissionais que responderam a pesquisa também estão na rede social para buscar notícias. O Facebook mantém a mesma porcentagem de adesão dos jornalistas. O Google Plus também disputa a preferência dos brasileiros. Mais de um terço dos participantes da pesquisa tem uma página pessoal na rede social. Mesmo com as mudanças tecnológicas, o princípio de checar as informações com especialistas permanece. Em todos os países, fontes como analistas e acadêmicos do setor são as primeiras a serem consultadas segundo os participantes. No Brasil, agências de notícias e assessoria de imprensa foram citadas como as principais para validação.
A audiência foi um dos tópicos abordados pelo estudo
Jornalistas mostraram sua descrença em relação à monetização das publicações digitais. Dos entrevistados, 20% acreditam que a versão online tem lucro maior do que a impressa. A métrica digital é o principal para mensurar a eficiência do meio. Jornalistas da França, da China, dos EUA, do Canadá e do Brasil consideram que suas maiores audiências já estão no ambiente digital. A publicação no online tem se tornado um catalisador para o novo padrão de notícias. No Brasil, 44,2% dos entrevistados não se preocupam com a versão na qual seu artigo será publicado e 53% dos participantes disseram que passaram a focar mais em matérias exclusivas. Os profissionais brasileiros (46,5%) afirmam que estão produzindo mais conteúdo nos últimos tempos.
A nota é do Meio&Mensagem.
