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Big data e convergência de conteúdo são tendências para as TICs, diz presidente do Grupo Now!Digital
11 de Dezembro de 2013

Big data e convergência de conteúdo são tendências para as TICs, diz presidente do Grupo Now!Digital

Silvia Bassi, responsável pela parceira exclusiva do International Data Group (IDG) no Brasil, aponta quatro rumos para empresas que lidam com informação e conhecimento

Big dataA jornalista Silvia Bassi, com mais de 25 anos de experiência na área editorial, conduz um projetos focados em tecnologia que explora ao máximo o potencial do marketing de conteúdo: a Now!Digital, empresa parceira do International Data Group (IDG) no País e que republica conteúdos de veículos consagrados como ComputerWorld, CIO e Macworld. Além da representatividade na cobertura brasileira de tecnologia, os veículos do grupo impulsionam uma estratégia de geração de leads apoiada por grandes empresas como Vivo, Samsung e Dell. Durante uma das palestras do RD Summit, Bassi apresentou os pilares desse modelo e as quatro tendências para as TICs que, na visão do IDG, vão orientar negócios e os conteúdos produzidos nos próximos anos.

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O caminho seguido pelo grupo IDG, reproduzido pelo Now!Digital, já gera resultados interessantes. Segundo Silvia Bassi, 65% da receita do IDG vem da internet – deles, 40% são provenientes da geração de lead. A especialização dos veículos em tecnologia atrai um leitor especializado e, por consequência, empresas que nem sempre se contentam com banners e anúncios. “Esse modelo é feito no mundo inteiro. Estamos falando de um mercado vertical e de uma audiência complexa. Precisamos entregar um conteúdo qualificado, seja editorial ou do fabricante.”

 

Durante a palestra, feita via webconferência com o público do RD Summit, Silvia Bassi apresentou as quatro tendências para as TICs, na visão do grupo IDG, serão fundamentais nos próximos anos:

 

1ª tendência: um leitor altamente social e móvel, consumindo muita informação. Alguém dentro do universo do Now!Digital – um consumidor de conteúdo vertical, especializado – não quer só ler. Ele busca envolvimento e uma conversa com as marcas.

 

2ª: a experiência do leitor com um produto chega a ser mais importante que o próprio produto. As interações e o “mergulhar de cabeça” no universo daquele serviço torna-se essencial. Isso gera experiências interessantes, como Silvia Bassi apontou na palestra. Um exemplo: em um evento corporativo, consumidores levam smartphones e divulgam impressões diferentes daquela desejada pelo RP da empresa. Nesse ambiente, é preciso gerar trocas interessantes entre marca e consumidor.

 

3º: grandes marcas e big data estão gerando novos modelos de negócio. “Quando a gente fala que toda marca é uma empresa de mídia, não é mentira”, aponta Bassi. Em uma estratégia de lead generation eficiente, não basta capturar informações: é preciso analisá-las e organizá-las de forma estratégica, em prol do marketing e dos vendedores. O próprio modelo do grupo IDG está baseado nisso: com base no comportamento dos leitores cadastrados, é possível entregar para as empresas uma base de lead extremamente qualificada, separada de acordo com o momento de compra desejado pelo empresário.

 

4ª: abandonamos o conceito de silos de informação e falamos a convergência. “Agora, nós esquecemos do suporte tecnológico e abraçamos a convergência, onde quer que ela esteja”, diz Silvia Bassi. Para ela, ao analisar uma entrega de conteúdo editorial, é possível ver que cada “pedaço” cai melhor em uma plataforma diferente. “Não posso ficar com cara feia no smartphone e bonito no desktop.”

Reportagem de Diego Cardoso, da equipe Dialetto, na cobertura especial do RD Summit para o Acontecendo Aqui

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