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Morador de rua aprende a programar e cria aplicativo sobre sustentabilidade
17 de Outubro de 2013

Morador de rua aprende a programar e cria aplicativo sobre sustentabilidade

leo_e_patrick_-_granf_berkham Patrick, à direita, perguntou a Leo se ele gostaria de dinheiro ou de aprender a programar. Leo escolheu aprender.
Foto: Fran Berkham / Mashable

Um engenheiro de software perguntou ao homem chamado Leo se ele preferia dinheiro ou aulas particulares e ele escolheu a segunda opção

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Um aplicativo de sustentabilidade chamado “Go Green” foi criado em Nova York. “Ok”, você pensa, “mais um app verde criado em NY”, não? A história seria banal se o criador do aplicativo não fosse um homem chamado Leo, e se Leo não fosse, até pouco tempo atrás, morador de rua. De morador de rua a criador de um aplicativo. Essa foi a grande mudança na vida de Leo, 36 anos, depois que o engenheiro de software Patrick McConlogue, 23, ofereceu uma oportunidade.

Leo ficava no caminho que o engenheiro de software Patrick McConlogue fazia todos os dias para ir ao trabalho. Certa vez, McConlogue perguntou a Leo se ele preferia ganhar US$100 e gastar do jeito que quisesse ou um Chromebook com internet, três livros de programação em Javascript e aulas particulares. Leo escolheu a segunda opção.

A aproximação com Leo e a criação do app inspiraram a criação do projeto Journeyman, criado pelo próprio McConlogue. A intenção dele é criar uma rede que estimule o ensino de tecnologia e alcance um número maior de pessoas que precisam mudar de vida, como Leo. Além da página oficial, o projeto também mantém um perfil no Facebook.

O projeto começou em agosto e atraiu diversos apoiadores e críticas. Muitos colunistas e empreendedores consideraram a ideia egoísta, pouco prática e apenas um produto da vaidade do programador.

Enquanto isso, McConlogue continua se defendendo e afirmando que tem interesse em ajudar mais pessoas na mesma situação que Leo. Segundo a página oficial do projeto no Facebook, a dupla já está conversando com uma grande editora para publicar a história deles e encontrando novos investidores e parceiros para capacitar outros moradores de rua. “A vida ainda pode ser boa até para quem é um morador de rua. Eu não preciso de um milhão de dólares para ser feliz”, afirmou Leo na rede social.

 

1382948_179170005606613_1808748566_n Leo com o seu novo celular doado pela Linux Foundation
Foto: Divulgação

 

*Com informações de Catraca Livre, e Pequenas Empresas & Grandes Negócios.

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