Por Sulivan França*
Ser mãe, trabalhar fora e ainda assumir um cargo de liderança na empresa. Cada vez mais as mulheres estão conquistando seu espaço no mundo corporativo e se dedicando para chegar ao posto mais alto das organizações. Porém, o sonho ainda parece distante para a grande maioria: hoje, segundo dados da PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), apenas 37% das vagas de direção e gerência são ocupadas pelo sexo feminino.
De acordo com a consultoria americana Peterson Institute for International Economics, no entanto, muitas empresas podem estar perdendo boas oportunidades: segundo o estudo, mulheres em altos cargos executivos contribuem para uma maior rentabilidade das companhias. Veja outros cinco motivos, além do aumento de receita, para as organizações apostarem em um toque feminino no comando:
1. Mulheres são mais atentas
Sabe aquele detalhe que faltou no principal evento da empresa? Com uma mulher no cargo de liderança essa situação é bem mais difícil de acontecer. Elas pensam em cada parte da tarefa e conseguem revisar tudo!
2. A memória da mulher é superior à do homem
Já é cientificamente comprovado que elas conseguem se lembrar de mais coisas que os homens e isso é muito positivo para assumir cargos corporativos. Elas vão lembrar com mais facilidade de compromissos e até mesmo de ações antigas que deram certo na empresa.
3. Mulheres conseguem fazer várias coisas ao mesmo tempo
De fato,elaspodem enviar e-mail, fazer uma reunião e responder mensagem no celular simultaneamente. Elas possuem a agilidade de dominar mais de uma coisa e na mesma hora.
4. Elas são comunicativas
É muito mais fácil você encontrar uma mulher que converse com todos da reunião do que um homem comunicativo. A mulher tem mais facilidade de socializar com os outros.
5. Elas conseguem ser profissionais e mães ao mesmo tempo
Elas acordam cedo para arrumar a casa, dar café para os filhos, levá-los a escola, trabalhar e depois voltar para buscá-los na escola. E, muitas vezes sem nenhuma pessoa para ajudar. E ainda assim, precisam ser profissionais ao chegar ao trabalho. Elas são ou não são super-heroínas?
*Sulivan França é especialista em comportamento humano e presidente da Sociedade Latino Americano de Coaching.
