
Segundo o CIO, os smartphones estão se transformando em verdadeiros assistentes pessoais, com interface cada vez mais intuitiva. Com o conhecimento contextual eles podem ajudar na tomada de decisões e apenas alertar solicitando a aprovação. Por exemplo, utilizando a câmera, o celular analisa um prato e alerta sobre o nível de calorias acima do recomendado.
Muitos apps não apenas travestidos para smartphones e tables, não explorando a potencialidade dos sensores desses aparelhos e nem a capacidade das núvens. O CIO destaca que a camada tecnológica para os apps contextuais já existe. Sistemas de Natural Language Processing já estão evoluídos e melhoram a cada dia, como por exemplo o Watson, da IBM, e o Siri, da Apple. Um exemplo de plataforma para desenvolvimento de apps contextuais é o Gilbal.
Quanto mais algoritmos preditivos, além da NLP e dos sensores, melhores serão os smartphones, que poderão tomar decisões baseados no padrão de comportamento e atividade da pessoa. O site afirma que nos próximos anos os apps contextuais ou cognitivos se tornarão modelo mental de apps para mobilidade.
