A Pesquisa Global de Segurança da Informação 2013 (The Global State of Information Security Survey 2013), estudo mundial realizado pela PwC em parceria com as revistas CIO e CSO, mostra que 67% (média global) das organizações têm muita ou alguma ciência dos riscos cibernéticos. O Brasil alcança 73% e a China quase 85%. Na média global, quase 12% das empresas afirmam desconhecer tais riscos. No Brasil o número também é pequeno, chegando perto de 5%.
Os resultados baseiam-se em repostas de mais de 9.300 CEOs, CFOs, CISOs, CIOs, CSOs, vice-presidentes, diretores de TI e de segurança da informação de 128 países. Do total de respondentes, 40% são da América do Norte, 26% da Europa, 18% da Ásia, 14% da América do Sul e 2% do Oriente Médio e da África do Sul. O Brasil obteve a segunda maior participação relativa na pesquisa deste ano, com 6,2% (575 executivos), superando a de países como China, Índia, Alemanha, Inglaterra e foi superada apenas pela dos Estados Unidos.
O contexto econômico é o primeiro dentre os múltiplos fatores que têm determinado os orçamentos de segurança. No Brasil 50,6% dos respondentes apontaram a conjuntura econômica como um dos fatores que determinam os gastos da empresa com segurança da informação, 41,1% indicaram a reputação da empresa e 40,7% mencionaram a continuidade dos negócios e a recuperação de desastres.
