Imagem: Guilherme da Luz – AcontecendoAqui
Na terça-feira, 18 de junho, o palco Debussy do Cannes Lions 2025 recebeu Reese Witherspoon, fundadora da Hello Sunshine, ao lado de Kory Marchisotto, CMO da e.l.f. Beauty, para um painel que partiu de uma pergunta incômoda: quem está escrevendo as histórias que a Geração Z consome hoje?
A resposta não veio pronta — veio em forma de escuta. E de um movimento para devolver às jovens a possibilidade de contar suas próprias histórias com autonomia, agência e comunidade.
Criadoras, não apenas consumidoras
Segundo dados apresentados no painel, 75% das meninas entre 13 e 18 anos não se sentem representadas na mídia. Ao mesmo tempo, são elas que dominam as redes, movimentam comunidades e ditam tendências. Reese compartilhou como essa desconexão foi um ponto de partida para repensar sua atuação: “As redes sociais me deram, pela primeira vez, a chance de reescrever minha própria narrativa. E é isso que queremos oferecer para as meninas também: ferramentas para contarem suas histórias do jeito delas.”
Escutar antes de criar
Com base em conversas com suas próprias sobrinhas, Reese decidiu reunir um conselho com mais de 20 adolescentes para ouvir — não direcionar. “Elas me dizem quais influenciadoras gostam, quais não gostam, o que querem assistir, o que não encontram. Elas sabem muito bem o que pensam. A gente só precisa perguntar.”
Essa escuta levou ao desenvolvimento de uma nova iniciativa voltada à Geração Z — apresentada no painel como uma “marca irmã” da Hello Sunshine — mas o ponto principal não foi o branding, e sim o processo. “Não queremos entregar um produto pronto. Queremos co-criar com elas. Essa é a única forma de fazer sentido.”
Quando diversidade é estratégia, não vitrine

A resposta virou provocação — e depois campanha. A Too Many Dicks, que viralizou no início do ano, nasceu de um dado real: há mais homens chamados Richard, Rich ou Dick em conselhos corporativos do que todas as minorias somadas. “A gente riu, claro. Mas depois fez algo com isso.”
O que sua empresa pode aprender com isso
• Escutar a Geração Z é mais eficaz que tentar “falar a língua deles”
• Representatividade começa nas salas de decisão, não nos comerciais
• Dados bem usados viram cultura, campanha e consciência
• Marcas que criam com — e não para — o público constroem relevância duradoura
🟡 Nota do editor: este conteúdo foi produzido diretamente de Cannes, com base na cobertura presencial do painel da Hello Sunshine e e.l.f. Beauty. A estrutura e revisão do texto foram otimizadas com apoio da IA (ChatGPT), garantindo agilidade em meio à programação intensa.
Produção estimada:
💻 Com IA: 70 minutos — estrutura, seleção de trechos e cruzamento com a agenda oficial do evento
✍️ Sem IA: eu provavelmente ainda estaria preso na pergunta “como ouvir a Geração Z sem parecer que estou tentando ensinar algo a ela?”
Originalidade editorial: 90%
Uso de IA: 10%
