Em seu sexto livro o autor desvenda, dos fundamentos às estratégias, o processo de construção de uma carreira com propósito, ajudando o leitor a entender o que diferencia uma marca pessoal memorável de uma comum – e como ser a memorável.
Em tempos no qual, cada vez mais, marcas buscam se humanizar e pessoas estão se tornando marcas, “A marca imita a vida – Como deixar a sua marca no mundo” (Ed. Estação das Letras e Cores), o sexto livro de André Carvalhal, desvenda o processo de construção de uma carreira com propósito, abordando desde os fundamentos até as estratégias. Carvalhal fala sobre novos formatos de carreira, sobre a importância de uma marca pessoal com valores bem definidos e uma comunicação eficaz. E, acima de tudo, tem a intenção de ajudar a revelar o propósito de cada pessoa – o elemento que diferencia uma marca memorável de uma comum.
O livro será lançado em Florianópolis no evento de comemoração dos 13 anos do IDIT, que será nesta quarta-feira (20), às 17h, no ambiente Casa Floripa by Dimas, na CASACOR/SC – Florianópolis. O evento é uma realização do IDIT com apoio da Dimas Construções.

Dentre tantas coisas, André Carvalhal observou como as redes sociais e as plataformas de auto publicação ampliaram a possibilidade de comunicação, trazendo uma série de ganhos pessoais e profissionais para as pessoas. “Profissionalmente é uma forma de gerar novos negócios, de alcançar novas pessoas, de estabelecer um posicionamento. E, com isso, criar uma carreira, traçar uma carreira mais alinhada com as necessidades e as possibilidades que existem no mundo hoje. Agora, a forma de fazer isso vai variar de pessoa para pessoa. E a intenção desse livro é mostrar também quais são as possibilidades e como descobrir o que cada um pode fazer”, enuncia, reforçando que a leitura é válida para todas as pessoas, independente do perfil profissional.
“O livro fala sobre a importância de traçar um caminho único, de encontrar um caminho de autenticidade, de criar conexões reais, não somente conteúdos em redes sociais, informar a comunidade e promover encontros. Eu me tornei independente de empresas e de organizações, criando a minha própria marca com o meu nome. E me transformando num escritor-professor, um escritor-comunicador, um escritor-consultor, ampliando as possibilidades de escrita para caminhos que nem eu mesmo imaginava quando eu sonhava escrever”, afirma André.
O livro é dedicado a profissionais liberais de todas as áreas, empreendedores, pessoas que trabalham em organizações e influenciadores/criadores de conteúdo. Não é um livro específico para quem quer trabalhar com internet e redes sociais, mas se vale das evoluções e aprendizados surgidos com a revolução digital e as ferramentas de autopublicação. “E eu adaptei a metodologia de trabalho que lá atrás eu utilizava para marcas organizacionais, para empresas, e comecei a aplicar essas estratégias e esse pensamento para mim e para a minha carreira. E consegui organizar uma metodologia orientada para a marca pessoal, que é o que eu apresento nesse livro”, ressalta.
“Todos os profissionais precisam estar nas redes sociais?”, “Quais os novos formatos de trabalho e carreira?”, “Como equilibrar propósito e ganhos financeiros?”, “Qual a melhor plataforma de atuação?”, “Como encontrar um propósito?” – estas são algumas perguntas que o livro procura responder. Ao longo da publicação são apresentadas pesquisas e cases inspiradores, sugestões de exercícios e resumos de conversas e entrevistas com pessoas muito especiais, como Dudu Bertholini, Gessica Justino, Facundo Guerra, Caio Braz, Thai de Melo Bufrem, Loo Nascimento, Kamila Camilo, Mari Krüger e Fe Cortez.
“Costumo dizer que todas as pessoas têm uma marca pessoal, mesmo aquelas que não pensam e não atuam de forma estratégica em relação a isso. É a forma como as pessoas nos veem, é a forma como as pessoas nos reconhecem, é como as pessoas falam da gente quando a gente não está perto. E quem pensa de forma estratégica na sua marca pessoal, tem a chance de construir uma carreira que alinha a sua essência, a sua verdade, a sua identidade, as suas causas, com as necessidades do mercado e as oportunidades que surgiram depois da revolução digital”, finaliza André Carvalhal.
