Há no congresso mais de 200 projetos visando proibir a publicidade e a informação de vários tipos de produto, que vão impedir a liberdade comercial. Um caso absurdo é o da ANVISA que proíbe a publicidade de alimentos com teores de açucares e gorduras, medicamentos etc. Há também projetos que querem impedir a publicidade de produtos infantis, as que usam criação feita no exterior, as que usam palavras estrangeiras que deverão estar acompanhadas de tradução, etc. Isso significa submeter matérias e anúncios à provação do Congresso. O que os políticos querem não é uma nova taxação e sim e bloquear a publicidade de um enorme gama de produtos. Civita considera que o futuro do setor depende do exercício do bom senso e responsabilidade dos legisladores.
Civita garante que a internet não é concorrente é sim um meio de ampliar a penetração da informação. Ela possibilita a pulverização da informação e é uma forma de difusão maior da informação. Indagado sobre a possibilidade de a internet esmagar a mídia impressa, Civita argumentou que enquanto o papel tiver o brilho, a brancura e a transparência isso não vai acontecer. No entanto não nega que a portabilidade é algo sensacional e que seus mais de 50 sites estão trazendo novos públicos para a leitura de seus títulos, sem diminuir a tiragem das revistas,
Perguntado sobre a possibilidade de os conteúdos das revistas serem regionalizados, Civita disse que acredita nesse caminho e que o Brasil vai experimentar nos próximos 10 anos muito Marketing Regional.