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Santa Catarina conta com tecnologia de ponta na expansão de gás natural
30 de Novembro de 2022

Santa Catarina conta com tecnologia de ponta na expansão de gás natural

Método de construção não destrutivo traz eficiência na implantação de infraestrutura de gás em centros urbanos

Mais de 1.400 km de tubulação levam o Gás Natural para indústrias, residências, comércios e postos distribuídos pelo estado de Santa Catarina.

Para expandir esta rede de distribuição, Santa Catarina conta com tecnologia de ponta, que garante eficiência e comodidade para a população, principalmente em centros urbanos.

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Ao contrário de obras que abrem valas em toda a extensão das ruas, o método de construção não destrutivo (MND), feito através do que se chama “furo direcional”, permite a inserção dos gasodutos de transporte de gás com minimização dos impactos no dia a dia e na mobilidade dos cidadãos.

“É uma técnica que diminui muito o impacto na sociedade. Não tem muito barulho, não tem que recompor uma vala grande, não tem depressão no asfalto nem nada disso”, explica Fernando Margarida, Engenheiro da SCGÁS, Companhia de Gás de Santa Catarina.

Precisão, segurança e eficiência no tempo de execução das obras são garantias com a adoção deste processo. Fernando acrescenta que, em centros urbanos, uma atividade que levaria cinco dias para ser concluída por meios tradicionais, hoje pode ser finalizada em um dia com o furo direcional. O engenheiro ressalta que, há pelo menos 20 anos, para fazer uma obra no centro de Florianópolis, a via inteira teria que ser interditada para que uma vala fosse aberta. Agora, o trânsito é interrompido apenas parcialmente.

O método consiste em fazer um buraco de um metro e meio, aqui chamado de cachimbo, a cada 100 metros de extensão da rede que será implantada. Após a perfuração, o buraco é aumentado por meio de um alargador, de acordo com o diâmetro pré-definido. A instalação dos dutos é feita logo depois, com o acompanhamento técnico de nossos profissionais.

Boa parte das obras urbanas realizadas pela SCGÁS utiliza o Método Não-Destrutivo. Antes da execução da perfuração direcional, é feita uma sondagem no solo para verificar se o seu uso é adequado. Em áreas muito rochosas, por exemplo, o MND não é viável e a SCGÁS utiliza outros métodos.

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